terça-feira, 2 de setembro de 2008

Wilson José - "O Ritmo do Sistema"

Os meios de Comunicação começaram a se desenvolver de acordo com a expansão do comércio. De acordo com a implantação do capitalismo como sistema predominante no mundo, o desenvolvimento de meios de se transportar informações de maneira mais eficaz e rápida se tornou necessária para o lucro das empresas.

Desde de o meio do século XVIII , onde teve o início da primeira revolução industrial e já com o capitalismo estabelecido, o homem procurava meios para lucrar cada vez mais .

Várias filosofias foram criadas em nome do maior lucro das empresas. O taylorismo foi uma delas. Ideologia criada pelo engenheiro Frederick W. Taylor que a desenvolveu a partir da observação dos trabalhadores das indústrias. O engenheiro constatou que os trabalhadores deveriam ser organizados de forma hierarquizada e sistematizada, ou seja, cada trabalhador desenvolveria uma atividade específica no sistema produtivo da indústria (especialização do trabalho). No taylorismo, o trabalhador é monitorado segundo o tempo de produção, cada indivíduo deve cumprir sua tarefa no menor tempo possível, sendo premiados aqueles que se sobressaíssem, provocando consequentemente a exploração do proletário ao se sacrificar para cumprir o tempo regulamentado.

Outra teoria que foi criada posteriormente, e que deu prosseguimento à teoria de Taylor, o Fordismo, desenvolveu seu procedimento industrial baseado na linha de montagem para gerar uma grande produção que deveria ser consumida em massa. Os países desenvolvidos aderiram totalmente, ou parcialmente, a esse método produtivo industrial, que foi de extrema importância para a consolidação da supremacia norte–americana no século XX.

Essa teoria que foi desenvolvida por Henry Ford, dono de uma indústria automobilística, não se adequou aos países subdesenvolvidos pois a sua população não teve acesso ao consumo dos produtos gerados pela indústria de produção em massa.

A essência do fordismo é baseada na produção em massa, mas para isso é preciso que haja consumo em massa, outra particularidade dessa ideologia é quanto aos trabalhadores deveriam ganhar bem para consumir mais.

Muito da essência dessas duas teorias podem ser encontradas hoje em dia. Empresas de fast food assim como empresas de telemarketing são exemplos de empresas que seguem a risca o conceitos formados pelo Fodismo e pelo Taylorismo. Obviamente outros conceitos foram implantados visando concertar certas falhas existentes.

(
Wilson José Pinheiro Reis Junior - 13h)

quinta-feira, 28 de agosto de 2008

Marcos Brasil - "O Ritmo do Sistema"

O documentário “O Ritmo do Sistema”, retrata as mudanças que a sociedade sofreu no século XX, de acordo com os avanços industriais. Utilizando dos sistemas: Taylorismo criado por Frederick Winslow Taylor, e o Fordismo criado por Henry Ford.

O taylorismo visa à racionalização da produção, a fim de possibilitar o aumento da produtividade no trabalho, evitando o desperdício de tempo, economizando mão-de-obra, suprimindo gestos desnecessários e comportamentos supérfluos no interior do processo produtivo. Em sua observação criteriosa, Taylor concretizou de forma exemplar a noção de “tempo útil”. Cada indivíduo deveria cumprir sua tarefa no menor tempo possível, sendo premiados aqueles que se sobressaíssem.

Fordismo é um sistema produtivo baseado numa linha de montagem, tendo como objetivo a produção industrial elevada. Pode-se dizer que o Fordismo é um aperfeiçoamento do Taylorismo. Esse movimento revolucionou a industria automobilística na primeira metade do século XX. Ford introduziu também em suas fábricas as chamadas linhas de montagem, nas quais os veículos a serem produzidos eram colocados em esteiras rolantes de maneira que cada operário realizava uma etapa da produção. O método de produção fordista permitiu que, Ford produzisse mais de 2 milhões de carros por ano durante a década de 1920.

(Marcos Brasil)

terça-feira, 26 de agosto de 2008

Antonio Barbosa - "O Ritmo do Sistema"

Havia naquele período dois desejos paralelos. De um lado, eliminar a incerteza – o homem é tido como uma incerteza -, e de outro, desfrutar de bens materiais. Neste contexto surgiu o empresário estadunidense Henry Ford. Atendendo às necessidades industriais, deu início a linha de montagem e, atendendo ao anseio de consumo da população, criou o T-1.

A chegada do Fordismo provocou uma grande transformação no papel do homem. Com a linha de montagem o homem perde a percepção do seu trabalho, se tornando parte de uma engrenagem, se desqualificando. Dentro desse sistema de organização a habilidade de se tornou algo desnecessário.

Para ilustrar a transformação no modo de trabalho temos como exemplo a lanchonete americana Wendy’s, onde cada comanda deve ser realizada em 15 segundos. Os funcionários não precisam ter experiência e, tão poucos precisam pensar. Controlados pelas máquinas, a mão-de-obra dos operários fica mais barata.

O desenvolvimento da tecnologia amplia nosso alcance com organizações e sistemas. Contudo, o sistema pressiona, no caso da linha de montagem, é ela que impõe o ritmo. Como característica principal do Fordismo está o controle. Outra intervenção muito relevante foi realizada por Taylor com a implantação da administração científica.

Com o Fordismo e o Taylorismo a habilidade e a competência do homem foram passadas para as máquinas e repassados para os sistemas. Com todas essas imposições deve-se atentar ao espaço da criatividade do homem e da mecanização da pessoa

Palavra: Controle

(Antonio Barbosa)

Diego Callegario - "O Ritmo do Sistema"

O filme “O ritmo do sistema” nos traz a evolução da sociedade e da indústria capitalista do inicio do século XX. O fordismo, modelo de produção concebido por Henry Ford, modificou os rumos da indústria ao introduzir a linha de montagem. Com ele, Henry Ford transformou a indústria e toda sociedade capitalista.

Padronização é uma palavra que pode definir os princípios do fordismo, através dela conseguia-se diminuir os custos bruscamente e produzir de forma nunca antes vista. Apesar de serem atribuídas algumas criticas ao fordismo, como a quase “militarização” que ocorria nas fábricas, o benefícios alcançados por ele são imensuráveis. Ao padronizar e especificar o processo de produção, Henry baixou os preços de tal forma que em 1918 metade dos carros dos EUA eram do modelo Ford T, fabricado pela Ford Motor Company, empresa de Henry.

Um paralelo entre o fordismo, os Fast foods e o telemarkting é trazido pelo filme. Características como a padronização e as funções especificais ainda estão presentes nesses segmentos. Mesmo que o fordismo tenha sido modificado e reste pouco de sua essência hoje, foi ele que criou os alicerceis para o desenvolvimento das indústrias e a criação de uma forte sociedade de consumo – foi ele que modificou o ritmo do sistema.

(Diego Callegario - 13h)

terça-feira, 19 de agosto de 2008

Felipe Bellard - "O Ritmo do Sistema"

O filme relata a mudança sistêmica, cultural e sócio-econômica causada pelo Taylorismo, sistema de gerenciamento criado por Frederick Winslow Taylor e, subseqüentemente, por seu sucessor, o Fordismo, criado por Henry Ford, no início do século XX.

Através da análise dos indivíduos envolvidos em uma tarefa e do tempo disponível para realizá-la, Taylor foi capaz de determinar uma maneira de otimizar todo um processo de produção, viabilizando assim o melhor aproveitamento dos aspectos inerentes a ele.

Tanto ele quanto Ford foram responsáveis pelo desenvolvimento da produção em escala, assim como das linhas de montagem, e foi por meio de suas idéias que uma série de aplicações práticas foram desenvolvidas de forma a aumentar a produtividade em diversos ambientes industriais. Seus sistemas podem ser vistos em cadeias de fast-food, assim como em linhas de montagem automotivas, onde, em muitos casos, acaba ocorrendo a alienação do trabalhador, prevista por Karl Marx no Manifesto Comunista.

Entre algumas das idéias de Taylor acerca da otimização da produtividade estão a inserção de um tempo determinado para descanso, a fim de que o operário possa recuperar sua energia e tornar a aplicá-la em sua tarefa. Além disso, determinou-se também um sistema hierárquico entre a mão-de-obra trabalhadora e o sistema de gerenciamento da produção.

Para Ford, fazia-se necessária a divisão de todo o processo industrial em pequenas tarefas executáveis por trabalhadores que não necessitassem de conhecimento específico prévio para tal. Os componentes que envolviam a produção industrial deveriam ser padronizados e o maquinário organizado em uma ordem hierárquica de forma que o produto final fosse montado de maneira correta. Por fim, o processo de produção deveria estar atrelado a uma linha de montagem automatizada. Ele observou também que um funcionário não iria abrir mão de seu bem-estar em detrimento de uma produção mais acelerada obtendo como compensação o mesmo salário, e portanto, percebeu que ensiná-lo a desenvolver melhor sua tarefa iria aumentar sua produtividade.

Todos esses processos foram extremamente benéficos para o desenvolvimento da tecnologia e dos bens de consumo atuais de maneira tão eficiente e rápida. No entanto, tais sistemas possuem falhas, já que não contam com a diferença entre cada indivíduo e ignoram o fato de que os interesses econômicos do trabalhador e da gerência são raramente idênticos e que, por isso, tanto os métodos de recuperação e avaliação podem ser sabotados pelos operários.

(Felipe Bellard – 13h)

Miguel Coral - "O Ritmo do Sistema"

No começo do século XX, com a consolidação da Revolução Industrial e do sistema capitalista, a otimização da produção fez-se necessária. O estadunidense Henry Ford foi o primeiro a implementar em sua indústria, Ford Motor Company, um sistema de produção baseado na montagem em série. A padronização das peças, a mecanização e a especialização da mão-de-obra proporcionaram o que se procurava: maior produção e menor custo.

Começava aí a alienação dos trabalhadores quanto ao que era produzido. O conhecimento das etapas da produção de carros, no caso da indústria Ford, já não os interessava mais, sua função agora era lidar com as novas máquinas, que de maneira ou outra substituíam a manufatura.

Na mesma época Frederick Taylor, por constatar a ineficiência de alguns trabalhadores na realização de certas tarefas, propõe a teoria da administração científica. Defendia a análise de tempo e movimentos necessários para qualquer empreitada, alta divisão e especialização, e incentivos salariais para os trabalhadores mais produtivos. Surgia assim, e funciona até os dias de hoje, salvo algumas exceções, a linha de montagem.

Tal qual algoz dos operários, as grandes indústrias dominam suas vidas.

(Miguel Nardi Coral - 15h)

Sidney Dore - "O Ritmo do Sistema"

A sociedade pós Fordista.

A sociedade sofreu mudanças de acordo com os avanços da indústria, que por sua vez, também sofreu conseqüências pelas influências da sociedade. Essas mudanças refletem no consumo, na produtividade e na demanda , transformando hábitos , costumes e a cultura propriamente dita.

O Fordismo que tinha por base a linha de produção em massa, o controle do tempo e das atividades mecânicas(assim como todas as etapas da produção), viu uma chance de progredir com a ascensão da burguesia e das novas tecnologias, que seguiam juntas com o poder da informação e fazia crescer a sociedade de consumo.

A sociedade de consumo ia surgindo, e a demanda crescia constantemente , logo deveria haver uma flexibilização dessa produção, estipulando funções específicas para cada trabalhador, resultando na especialização do trabalho assim como sua padronização para redução de custos.

Após o ápice do fordismo no pós segunda guerra , essa necessidade de flexibilização da produção.foi surgindo , até que esse modelo decaiu dando lugar ao toytismo e mais adiante taylorismo. Esses modelos que surgiram tinham maior relação ainda com a sociedade de consumo e seus status quo; o primeiro se baseava no controle total do tempo para que não houvesse desperdício , fortalecendo a estocagem e a superprodução: o segundo caracteriza a abertura nos anos 90 para linha de fast foods e ao telemarketing com a padronização das atividades e suas funções específicas.

(Sidney Dore)