O documentário “O Ritmo do Sistema”, retrata as mudanças que a sociedade sofreu no século XX, de acordo com os avanços industriais. Utilizando dos sistemas: Taylorismo criado por Frederick Winslow Taylor, e o Fordismo criado por Henry Ford.
O taylorismo visa à racionalização da produção, a fim de possibilitar o aumento da produtividade no trabalho, evitando o desperdício de tempo, economizando mão-de-obra, suprimindo gestos desnecessários e comportamentos supérfluos no interior do processo produtivo. Em sua observação criteriosa, Taylor concretizou de forma exemplar a noção de “tempo útil”. Cada indivíduo deveria cumprir sua tarefa no menor tempo possível, sendo premiados aqueles que se sobressaíssem.
Fordismo é um sistema produtivo baseado numa linha de montagem, tendo como objetivo a produção industrial elevada. Pode-se dizer que o Fordismo é um aperfeiçoamento do Taylorismo. Esse movimento revolucionou a industria automobilística na primeira metade do século XX. Ford introduziu também em suas fábricas as chamadas linhas de montagem, nas quais os veículos a serem produzidos eram colocados em esteiras rolantes de maneira que cada operário realizava uma etapa da produção. O método de produção fordista permitiu que, Ford produzisse mais de 2 milhões de carros por ano durante a década de 1920.
(Marcos Brasil)
quinta-feira, 28 de agosto de 2008
terça-feira, 26 de agosto de 2008
Antonio Barbosa - "O Ritmo do Sistema"
Havia naquele período dois desejos paralelos. De um lado, eliminar a incerteza – o homem é tido como uma incerteza -, e de outro, desfrutar de bens materiais. Neste contexto surgiu o empresário estadunidense Henry Ford. Atendendo às necessidades industriais, deu início a linha de montagem e, atendendo ao anseio de consumo da população, criou o T-1.
A chegada do Fordismo provocou uma grande transformação no papel do homem. Com a linha de montagem o homem perde a percepção do seu trabalho, se tornando parte de uma engrenagem, se desqualificando. Dentro desse sistema de organização a habilidade de se tornou algo desnecessário.
Para ilustrar a transformação no modo de trabalho temos como exemplo a lanchonete americana Wendy’s, onde cada comanda deve ser realizada em 15 segundos. Os funcionários não precisam ter experiência e, tão poucos precisam pensar. Controlados pelas máquinas, a mão-de-obra dos operários fica mais barata.
O desenvolvimento da tecnologia amplia nosso alcance com organizações e sistemas. Contudo, o sistema pressiona, no caso da linha de montagem, é ela que impõe o ritmo. Como característica principal do Fordismo está o controle. Outra intervenção muito relevante foi realizada por Taylor com a implantação da administração científica.
Com o Fordismo e o Taylorismo a habilidade e a competência do homem foram passadas para as máquinas e repassados para os sistemas. Com todas essas imposições deve-se atentar ao espaço da criatividade do homem e da mecanização da pessoa
Palavra: Controle
(Antonio Barbosa)
A chegada do Fordismo provocou uma grande transformação no papel do homem. Com a linha de montagem o homem perde a percepção do seu trabalho, se tornando parte de uma engrenagem, se desqualificando. Dentro desse sistema de organização a habilidade de se tornou algo desnecessário.
Para ilustrar a transformação no modo de trabalho temos como exemplo a lanchonete americana Wendy’s, onde cada comanda deve ser realizada em 15 segundos. Os funcionários não precisam ter experiência e, tão poucos precisam pensar. Controlados pelas máquinas, a mão-de-obra dos operários fica mais barata.
O desenvolvimento da tecnologia amplia nosso alcance com organizações e sistemas. Contudo, o sistema pressiona, no caso da linha de montagem, é ela que impõe o ritmo. Como característica principal do Fordismo está o controle. Outra intervenção muito relevante foi realizada por Taylor com a implantação da administração científica.
Com o Fordismo e o Taylorismo a habilidade e a competência do homem foram passadas para as máquinas e repassados para os sistemas. Com todas essas imposições deve-se atentar ao espaço da criatividade do homem e da mecanização da pessoa
Palavra: Controle
(Antonio Barbosa)
Diego Callegario - "O Ritmo do Sistema"
O filme “O ritmo do sistema” nos traz a evolução da sociedade e da indústria capitalista do inicio do século XX. O fordismo, modelo de produção concebido por Henry Ford, modificou os rumos da indústria ao introduzir a linha de montagem. Com ele, Henry Ford transformou a indústria e toda sociedade capitalista.
Padronização é uma palavra que pode definir os princípios do fordismo, através dela conseguia-se diminuir os custos bruscamente e produzir de forma nunca antes vista. Apesar de serem atribuídas algumas criticas ao fordismo, como a quase “militarização” que ocorria nas fábricas, o benefícios alcançados por ele são imensuráveis. Ao padronizar e especificar o processo de produção, Henry baixou os preços de tal forma que em 1918 metade dos carros dos EUA eram do modelo Ford T, fabricado pela Ford Motor Company, empresa de Henry.
Um paralelo entre o fordismo, os Fast foods e o telemarkting é trazido pelo filme. Características como a padronização e as funções especificais ainda estão presentes nesses segmentos. Mesmo que o fordismo tenha sido modificado e reste pouco de sua essência hoje, foi ele que criou os alicerceis para o desenvolvimento das indústrias e a criação de uma forte sociedade de consumo – foi ele que modificou o ritmo do sistema.
(Diego Callegario - 13h)
Padronização é uma palavra que pode definir os princípios do fordismo, através dela conseguia-se diminuir os custos bruscamente e produzir de forma nunca antes vista. Apesar de serem atribuídas algumas criticas ao fordismo, como a quase “militarização” que ocorria nas fábricas, o benefícios alcançados por ele são imensuráveis. Ao padronizar e especificar o processo de produção, Henry baixou os preços de tal forma que em 1918 metade dos carros dos EUA eram do modelo Ford T, fabricado pela Ford Motor Company, empresa de Henry.
Um paralelo entre o fordismo, os Fast foods e o telemarkting é trazido pelo filme. Características como a padronização e as funções especificais ainda estão presentes nesses segmentos. Mesmo que o fordismo tenha sido modificado e reste pouco de sua essência hoje, foi ele que criou os alicerceis para o desenvolvimento das indústrias e a criação de uma forte sociedade de consumo – foi ele que modificou o ritmo do sistema.
(Diego Callegario - 13h)
terça-feira, 19 de agosto de 2008
Felipe Bellard - "O Ritmo do Sistema"
O filme relata a mudança sistêmica, cultural e sócio-econômica causada pelo Taylorismo, sistema de gerenciamento criado por Frederick Winslow Taylor e, subseqüentemente, por seu sucessor, o Fordismo, criado por Henry Ford, no início do século XX.
Através da análise dos indivíduos envolvidos em uma tarefa e do tempo disponível para realizá-la, Taylor foi capaz de determinar uma maneira de otimizar todo um processo de produção, viabilizando assim o melhor aproveitamento dos aspectos inerentes a ele.
Tanto ele quanto Ford foram responsáveis pelo desenvolvimento da produção em escala, assim como das linhas de montagem, e foi por meio de suas idéias que uma série de aplicações práticas foram desenvolvidas de forma a aumentar a produtividade em diversos ambientes industriais. Seus sistemas podem ser vistos em cadeias de fast-food, assim como em linhas de montagem automotivas, onde, em muitos casos, acaba ocorrendo a alienação do trabalhador, prevista por Karl Marx no Manifesto Comunista.
Entre algumas das idéias de Taylor acerca da otimização da produtividade estão a inserção de um tempo determinado para descanso, a fim de que o operário possa recuperar sua energia e tornar a aplicá-la em sua tarefa. Além disso, determinou-se também um sistema hierárquico entre a mão-de-obra trabalhadora e o sistema de gerenciamento da produção.
Para Ford, fazia-se necessária a divisão de todo o processo industrial em pequenas tarefas executáveis por trabalhadores que não necessitassem de conhecimento específico prévio para tal. Os componentes que envolviam a produção industrial deveriam ser padronizados e o maquinário organizado em uma ordem hierárquica de forma que o produto final fosse montado de maneira correta. Por fim, o processo de produção deveria estar atrelado a uma linha de montagem automatizada. Ele observou também que um funcionário não iria abrir mão de seu bem-estar em detrimento de uma produção mais acelerada obtendo como compensação o mesmo salário, e portanto, percebeu que ensiná-lo a desenvolver melhor sua tarefa iria aumentar sua produtividade.
Todos esses processos foram extremamente benéficos para o desenvolvimento da tecnologia e dos bens de consumo atuais de maneira tão eficiente e rápida. No entanto, tais sistemas possuem falhas, já que não contam com a diferença entre cada indivíduo e ignoram o fato de que os interesses econômicos do trabalhador e da gerência são raramente idênticos e que, por isso, tanto os métodos de recuperação e avaliação podem ser sabotados pelos operários.
(Felipe Bellard – 13h)
Através da análise dos indivíduos envolvidos em uma tarefa e do tempo disponível para realizá-la, Taylor foi capaz de determinar uma maneira de otimizar todo um processo de produção, viabilizando assim o melhor aproveitamento dos aspectos inerentes a ele.
Tanto ele quanto Ford foram responsáveis pelo desenvolvimento da produção em escala, assim como das linhas de montagem, e foi por meio de suas idéias que uma série de aplicações práticas foram desenvolvidas de forma a aumentar a produtividade em diversos ambientes industriais. Seus sistemas podem ser vistos em cadeias de fast-food, assim como em linhas de montagem automotivas, onde, em muitos casos, acaba ocorrendo a alienação do trabalhador, prevista por Karl Marx no Manifesto Comunista.
Entre algumas das idéias de Taylor acerca da otimização da produtividade estão a inserção de um tempo determinado para descanso, a fim de que o operário possa recuperar sua energia e tornar a aplicá-la em sua tarefa. Além disso, determinou-se também um sistema hierárquico entre a mão-de-obra trabalhadora e o sistema de gerenciamento da produção.
Para Ford, fazia-se necessária a divisão de todo o processo industrial em pequenas tarefas executáveis por trabalhadores que não necessitassem de conhecimento específico prévio para tal. Os componentes que envolviam a produção industrial deveriam ser padronizados e o maquinário organizado em uma ordem hierárquica de forma que o produto final fosse montado de maneira correta. Por fim, o processo de produção deveria estar atrelado a uma linha de montagem automatizada. Ele observou também que um funcionário não iria abrir mão de seu bem-estar em detrimento de uma produção mais acelerada obtendo como compensação o mesmo salário, e portanto, percebeu que ensiná-lo a desenvolver melhor sua tarefa iria aumentar sua produtividade.
Todos esses processos foram extremamente benéficos para o desenvolvimento da tecnologia e dos bens de consumo atuais de maneira tão eficiente e rápida. No entanto, tais sistemas possuem falhas, já que não contam com a diferença entre cada indivíduo e ignoram o fato de que os interesses econômicos do trabalhador e da gerência são raramente idênticos e que, por isso, tanto os métodos de recuperação e avaliação podem ser sabotados pelos operários.
(Felipe Bellard – 13h)
Miguel Coral - "O Ritmo do Sistema"
No começo do século XX, com a consolidação da Revolução Industrial e do sistema capitalista, a otimização da produção fez-se necessária. O estadunidense Henry Ford foi o primeiro a implementar em sua indústria, Ford Motor Company, um sistema de produção baseado na montagem em série. A padronização das peças, a mecanização e a especialização da mão-de-obra proporcionaram o que se procurava: maior produção e menor custo.
Começava aí a alienação dos trabalhadores quanto ao que era produzido. O conhecimento das etapas da produção de carros, no caso da indústria Ford, já não os interessava mais, sua função agora era lidar com as novas máquinas, que de maneira ou outra substituíam a manufatura.
Na mesma época Frederick Taylor, por constatar a ineficiência de alguns trabalhadores na realização de certas tarefas, propõe a teoria da administração científica. Defendia a análise de tempo e movimentos necessários para qualquer empreitada, alta divisão e especialização, e incentivos salariais para os trabalhadores mais produtivos. Surgia assim, e funciona até os dias de hoje, salvo algumas exceções, a linha de montagem.
Tal qual algoz dos operários, as grandes indústrias dominam suas vidas.
(Miguel Nardi Coral - 15h)
Começava aí a alienação dos trabalhadores quanto ao que era produzido. O conhecimento das etapas da produção de carros, no caso da indústria Ford, já não os interessava mais, sua função agora era lidar com as novas máquinas, que de maneira ou outra substituíam a manufatura.
Na mesma época Frederick Taylor, por constatar a ineficiência de alguns trabalhadores na realização de certas tarefas, propõe a teoria da administração científica. Defendia a análise de tempo e movimentos necessários para qualquer empreitada, alta divisão e especialização, e incentivos salariais para os trabalhadores mais produtivos. Surgia assim, e funciona até os dias de hoje, salvo algumas exceções, a linha de montagem.
Tal qual algoz dos operários, as grandes indústrias dominam suas vidas.
(Miguel Nardi Coral - 15h)
Sidney Dore - "O Ritmo do Sistema"
A sociedade pós Fordista.
A sociedade sofreu mudanças de acordo com os avanços da indústria, que por sua vez, também sofreu conseqüências pelas influências da sociedade. Essas mudanças refletem no consumo, na produtividade e na demanda , transformando hábitos , costumes e a cultura propriamente dita.
O Fordismo que tinha por base a linha de produção em massa, o controle do tempo e das atividades mecânicas(assim como todas as etapas da produção), viu uma chance de progredir com a ascensão da burguesia e das novas tecnologias, que seguiam juntas com o poder da informação e fazia crescer a sociedade de consumo.
A sociedade de consumo ia surgindo, e a demanda crescia constantemente , logo deveria haver uma flexibilização dessa produção, estipulando funções específicas para cada trabalhador, resultando na especialização do trabalho assim como sua padronização para redução de custos.
Após o ápice do fordismo no pós segunda guerra , essa necessidade de flexibilização da produção.foi surgindo , até que esse modelo decaiu dando lugar ao toytismo e mais adiante taylorismo. Esses modelos que surgiram tinham maior relação ainda com a sociedade de consumo e seus status quo; o primeiro se baseava no controle total do tempo para que não houvesse desperdício , fortalecendo a estocagem e a superprodução: o segundo caracteriza a abertura nos anos 90 para linha de fast foods e ao telemarketing com a padronização das atividades e suas funções específicas.
(Sidney Dore)
A sociedade sofreu mudanças de acordo com os avanços da indústria, que por sua vez, também sofreu conseqüências pelas influências da sociedade. Essas mudanças refletem no consumo, na produtividade e na demanda , transformando hábitos , costumes e a cultura propriamente dita.
O Fordismo que tinha por base a linha de produção em massa, o controle do tempo e das atividades mecânicas(assim como todas as etapas da produção), viu uma chance de progredir com a ascensão da burguesia e das novas tecnologias, que seguiam juntas com o poder da informação e fazia crescer a sociedade de consumo.
A sociedade de consumo ia surgindo, e a demanda crescia constantemente , logo deveria haver uma flexibilização dessa produção, estipulando funções específicas para cada trabalhador, resultando na especialização do trabalho assim como sua padronização para redução de custos.
Após o ápice do fordismo no pós segunda guerra , essa necessidade de flexibilização da produção.foi surgindo , até que esse modelo decaiu dando lugar ao toytismo e mais adiante taylorismo. Esses modelos que surgiram tinham maior relação ainda com a sociedade de consumo e seus status quo; o primeiro se baseava no controle total do tempo para que não houvesse desperdício , fortalecendo a estocagem e a superprodução: o segundo caracteriza a abertura nos anos 90 para linha de fast foods e ao telemarketing com a padronização das atividades e suas funções específicas.
(Sidney Dore)
Frederico Rocha - "O Ritmo do Sistema"
O documentáro sobre a saga de Henry Ford mostra como o mundo passou a funcionar no início do século XX. Com um simples invento, um homem mudou toda a história da humanidade, nas indústrias, nas relações de trabalho e inclusive no caráter social.
Com a criação dos primeiros carros populares as indústrias Ford dominavam o comércio e as ambições do homem moderno. Próximo à realidade dos trabalhadores, o próprio automóvel era o sonho de consumo dos trabalhadores americanos. Toda essa procura gerou altos lucros, transformando Henry Ford no maior empresário americano e um magnata das indústrias automotoras.
A grande demanda fez Ford criar um moderno meio de produção, que ampliava a saída diária de carros de suas fábricas. A idéia era simples: colocar cada funcionário habilitado em uma única função no processo de construção do carro. Isso diminuía os custos com especialização, aumentava o número de funcionários, criando uma classe operária satisfeita com seus salários e suas funções.
Henry Ford mudou o mundo, e sabia disso. Sempre soube de sua importância, e genial era, até em tempos de crise. Aumentou salários, educou e auxiliou uma classe que tinhas desejos e sonhos. Assim como Ford.
(Frederico de Oliveira Rocha – 13h )
Camilla Santos - "O Ritmo do Sistema"
Sobre o filme “O ritmo do sistema”, foi possível perceber que a uniformidade era um modo que Ford tinha de obter um controle sobre a montagem de carros. Ele precisava ter o controle sobre tudo a sua volta, inclusive sobre as pessoas que para ele trabalhavam.
O design dos carros eram padronizados e a montagem dos automóveis eram realizadas seguindo uma receita do modelo T. A genialidade do modelo T, estava nas peças padronizadas que eram utilizadas na linha de montagem, onde tudo era metodicamente perfeito para Ford, que fazia com que seus funcionários trabalhassem no ritmo que ele desejava.
Mesmo com a necessidade de treinamento para operar as máquinas, a alienação da mão-de-obra era ativa, pois não era preciso que os funcionários pensassem para produzir o produto e até mesmo muitos deles nem sabiam de fato o valor do seu trabalho ( sua atividade), porque eles não participavam de toda a produção e sim de uma parte específica ( ex: apertar parafusos).
Ainda hoje o modelo criado por Ford é encontrado em algumas áreas de trabalho, assim como o telemarketing. No telemarketing tudo é padronizado e os funcionários se posicionam enfileirados em suas cabines, onde são monitorados por um superior.
(Camilla Santos da Silva - 13h)
O design dos carros eram padronizados e a montagem dos automóveis eram realizadas seguindo uma receita do modelo T. A genialidade do modelo T, estava nas peças padronizadas que eram utilizadas na linha de montagem, onde tudo era metodicamente perfeito para Ford, que fazia com que seus funcionários trabalhassem no ritmo que ele desejava.
Mesmo com a necessidade de treinamento para operar as máquinas, a alienação da mão-de-obra era ativa, pois não era preciso que os funcionários pensassem para produzir o produto e até mesmo muitos deles nem sabiam de fato o valor do seu trabalho ( sua atividade), porque eles não participavam de toda a produção e sim de uma parte específica ( ex: apertar parafusos).
Ainda hoje o modelo criado por Ford é encontrado em algumas áreas de trabalho, assim como o telemarketing. No telemarketing tudo é padronizado e os funcionários se posicionam enfileirados em suas cabines, onde são monitorados por um superior.
(Camilla Santos da Silva - 13h)
Caroline Sampaio - "O Ritmo do Sistema"
Nascia nos Estados Unidos uma nova classe social, conhecida como sociedade de consumo. A partir de então, mudanças ocorreram no sistema da sociedade capitalista, como o surgimento de um mercado de entretenimento de massa e etc. Dessa forma, o consumo das pessoas é desenvolvido em busca de um status social.
Na América, no início do século XX, um modelo de produção em massa é implementado por Henri Ford, o fordismo. O padrão e a simplificação foram características importantes para a concretização desse sistema. Assim, com a ajuda da demanda da sociedade, por bens materiais e poder, Ford conseguiu prover tudo isso criando uma linha de montagem, e atravez dessa padronização em massa originou um consumo em massa.
Com a chegada de imigrantes, nesse período, o trabalho era oferecido com a promessa de que iam ganhar muito dinheiro. Sua intenção era tornar o automóvel acessível para todas as camadas sociais. Ele ficou conhecido como o transformador e o criador do primeiro modelo de carro, “Modelo T”. Era uma receita que utilizava peças padronizadas na linha de montagem de um veículo.
Da mesma forma que o fordismo marcou os anos 1950-1970, pode ser visto hoje em dia, um certo caráter controlador que representava o modelo. As empresas estão estimulando seus funcionários a desenvolverem tanto o corpo quanto a mente, para assim obter mais energia e eficiência do empregado. Tudo isso, com a promessa de um trabalho mais remunerado ou simplismente algo que qualifique o seu currículo. Porém, quem sai sempre ganhando é o empresário.
(Caroline A. de Sampaio)
Na América, no início do século XX, um modelo de produção em massa é implementado por Henri Ford, o fordismo. O padrão e a simplificação foram características importantes para a concretização desse sistema. Assim, com a ajuda da demanda da sociedade, por bens materiais e poder, Ford conseguiu prover tudo isso criando uma linha de montagem, e atravez dessa padronização em massa originou um consumo em massa.
Com a chegada de imigrantes, nesse período, o trabalho era oferecido com a promessa de que iam ganhar muito dinheiro. Sua intenção era tornar o automóvel acessível para todas as camadas sociais. Ele ficou conhecido como o transformador e o criador do primeiro modelo de carro, “Modelo T”. Era uma receita que utilizava peças padronizadas na linha de montagem de um veículo.
Da mesma forma que o fordismo marcou os anos 1950-1970, pode ser visto hoje em dia, um certo caráter controlador que representava o modelo. As empresas estão estimulando seus funcionários a desenvolverem tanto o corpo quanto a mente, para assim obter mais energia e eficiência do empregado. Tudo isso, com a promessa de um trabalho mais remunerado ou simplismente algo que qualifique o seu currículo. Porém, quem sai sempre ganhando é o empresário.
(Caroline A. de Sampaio)
Catharina Caiado - "O Ritmo do Sistema"
A era fordista: “O ritmo do sistema”
No inicio do século XX, Henry Ford revolucionou o sistema de produção americano. Sua idéia central era “produção em massa para consumo em massa”. Fascinado com o poder da mobilidade, da tecnologia e da informação, seu objetivo inicial era produzir um automóvel que estivesse ao alcance do povo americano – que sofria as conseqüências de uma crise econômica. Racional, Ford era adepto de que o universo devia ser regido pela razão – eliminando assim, as incertezas. Com uma fusão de maquinários eficientes e uma organização no sistema – garantindo um controle -, seu plano se tornaria bem sucedido.
Em “O ritmo do sistema” (“The beat of the system” em seu original), a trajetória de Henry Ford e seu Ford T são desmitificadas. Um automóvel coordenado com peças padronizadas garantia leveza e resistência ao carro. Sua linha de produção em massa assegurava um controle e uma uniformidade de pessoas e produtos. Assim como um custo pequeno em termos do lucro. Seus funcionários tinham de ser ágeis, mas habilidade técnica não era essencial.
Nesse cenário, o trabalhador industrial tem sua imaginação e julgamento subjetivo comprometidos. A criação de um robot teria sido herança natural dos modelos fordista e taylorista*. Criou-se também uma discussão em torno do conceito de uma sociedade em que o sistema está superior ao homem. São infinitas as polêmicas e teorias que surgiram em função das conseqüências de sua produção de massa.
No entanto, não há quem negue: Ford não foi apenas o inventor do automóvel. Henry Ford – como mostra a história-, foi um grande transformador do sistema de produção, um precursor da liberdade, um verdadeiro herói industrial.
*Friedrich Taylor estudou - no inicio do século XX- o tempo e o movimento. Padronizando tarefas através de uma administração cientifica, seu método de trabalho era obsessivamente controlado com o auxilio de um cronômetro.
(Catharina Caiado)
No inicio do século XX, Henry Ford revolucionou o sistema de produção americano. Sua idéia central era “produção em massa para consumo em massa”. Fascinado com o poder da mobilidade, da tecnologia e da informação, seu objetivo inicial era produzir um automóvel que estivesse ao alcance do povo americano – que sofria as conseqüências de uma crise econômica. Racional, Ford era adepto de que o universo devia ser regido pela razão – eliminando assim, as incertezas. Com uma fusão de maquinários eficientes e uma organização no sistema – garantindo um controle -, seu plano se tornaria bem sucedido.
Em “O ritmo do sistema” (“The beat of the system” em seu original), a trajetória de Henry Ford e seu Ford T são desmitificadas. Um automóvel coordenado com peças padronizadas garantia leveza e resistência ao carro. Sua linha de produção em massa assegurava um controle e uma uniformidade de pessoas e produtos. Assim como um custo pequeno em termos do lucro. Seus funcionários tinham de ser ágeis, mas habilidade técnica não era essencial.
Nesse cenário, o trabalhador industrial tem sua imaginação e julgamento subjetivo comprometidos. A criação de um robot teria sido herança natural dos modelos fordista e taylorista*. Criou-se também uma discussão em torno do conceito de uma sociedade em que o sistema está superior ao homem. São infinitas as polêmicas e teorias que surgiram em função das conseqüências de sua produção de massa.
No entanto, não há quem negue: Ford não foi apenas o inventor do automóvel. Henry Ford – como mostra a história-, foi um grande transformador do sistema de produção, um precursor da liberdade, um verdadeiro herói industrial.
*Friedrich Taylor estudou - no inicio do século XX- o tempo e o movimento. Padronizando tarefas através de uma administração cientifica, seu método de trabalho era obsessivamente controlado com o auxilio de um cronômetro.
(Catharina Caiado)
Alexandre Antonino - "O Ritmo do Sistema"
O filme ritmo do sistema aborda sobre o fordismo e nos dá uma visão detalhada sobre as conseqüências que até hoje estão presente, como no caso da linha de montagem e de produção que ainda prevalece como um modelo padrão nas indústrias. Fatores estes que fizeram com que os produtos pudessem ter, ao longo do tempo, um preço cada vez mais baixo. Um exemplo disto é mostrado no próprio filme e revela a evolução da produção de carros da Ford, que se "vê" aumentar de 27 para 2000 unidades enquanto o preço despencava de US$ 825 para US$ 325.
No entanto, o filme não apenas retrata o lado positivo do fordismo. Em oposição aos "benefícios", temos o fato de os trabalhadores não suportarem a longa jornada de trabalho e pedirem demissão em apenas três meses de trabalho. E, até mesmo o modo como Henry Ford comandava suas fábricas reflete tal situação. Ford tratava de seus negócios com uma militar um tanto militar, o que quase tornava seus empregados em soldados.
Em suma, o fordismo apesar de seus pontos negativos, trouxe grandes benefícios para comércio não só daquela época, mas que prevalecem até hoje. Henry Ford foi um "revolucionário" que ajudou a criar a "sociedade do consumo" impulsionado pela queda efetiva dos preços de seus carros.
(Alexandre Antonino - 17h )
No entanto, o filme não apenas retrata o lado positivo do fordismo. Em oposição aos "benefícios", temos o fato de os trabalhadores não suportarem a longa jornada de trabalho e pedirem demissão em apenas três meses de trabalho. E, até mesmo o modo como Henry Ford comandava suas fábricas reflete tal situação. Ford tratava de seus negócios com uma militar um tanto militar, o que quase tornava seus empregados em soldados.
Em suma, o fordismo apesar de seus pontos negativos, trouxe grandes benefícios para comércio não só daquela época, mas que prevalecem até hoje. Henry Ford foi um "revolucionário" que ajudou a criar a "sociedade do consumo" impulsionado pela queda efetiva dos preços de seus carros.
(Alexandre Antonino - 17h )
sábado, 16 de agosto de 2008
Nathalia Melo - "O Ritmo do Sistema"
O filme mostra claramente como e porque Henry Ford iniciou a linha de montagem. O método que hoje é o modelo de todas as grandes fábricas, surgiu quando Ford, que gostava de ter tudo sob seu controle, abriu uma fábrica de veículos que leva seu nome. Ávido por saber exatamente o que seus funcionários faziam e a hora em que fariam, ele estabeleceu funções específicas para cada empregado e meios para que isso acontecesse. Ele seguiu à risca os princípios de padronização desenvolvidos por Frederick Taylor e desenvolveu alguns outros padrões. As máquinas levariam as peças de um lado ao outro da fábrica. Isso fez com que economizasse tempo, barateando o custo de produção.
Estudiosos explicam muito bem como se deu todo o processo e comparam, por exemplo, as máquinas que transportam as peças dentro da fábrica com um rio e seus afluentes.
Taylor também é personagem do documentário. Sobre ele, é mostrado como ele descobriu, por meio de estudo e observação, o modo mais eficiente de se trabalhar em certas funções. Utilizou cronômetros, vídeos, gráficos e até luzes para definir trajetórias feitas pelas mãos.
(Nathalia Marinho de Melo - 13h)
Estudiosos explicam muito bem como se deu todo o processo e comparam, por exemplo, as máquinas que transportam as peças dentro da fábrica com um rio e seus afluentes.
Taylor também é personagem do documentário. Sobre ele, é mostrado como ele descobriu, por meio de estudo e observação, o modo mais eficiente de se trabalhar em certas funções. Utilizou cronômetros, vídeos, gráficos e até luzes para definir trajetórias feitas pelas mãos.
(Nathalia Marinho de Melo - 13h)
Eline Girardi - "O Ritmo do Sistema"
Atualmente muitas pessoas estão acostumadas comer em Fast Foods, andar em automóveis, viajar em aviões, porém, muitas vezes, não percebe como se chegou a isso tudo. No documentário O Ritmo do Sistema fala de Ford, um fazendeiro que sempre se interessou por máquinas e, mais do que isso, teve brilhantes idéias tecnológicas que construíram a base do capitalismo contemporâneo. O fordismo marcou o mundo moderno pela inovação da tecnologia automobilística e através da precisão e organização do trabalho, a racionalização.
Fazer um carro de baixo custo com peças padronizadas, o qual até os próprios operários poderiam comprar, foi uma revolução em meio a crises financeiras norte americanas. O carro deixou de ser artesanal para o maquinário e, assim, a linha de produção que fazia com que os operários seguissem um mesmo ritmo, caso contrário, comprometeriam o processo, cada operário era responsável por uma pequena fração dele.
Vendo isso, se percebe que isso ainda existe, só que com algumas mudanças que foram exigidas com o tempo, mas que continuam estimulando o consumo, a economia e o comportamento de todos, dando ainda mais força a esse grande sistema.
Palavra: Sistema de Consumo
(Eline Girardi - 15h)
Fazer um carro de baixo custo com peças padronizadas, o qual até os próprios operários poderiam comprar, foi uma revolução em meio a crises financeiras norte americanas. O carro deixou de ser artesanal para o maquinário e, assim, a linha de produção que fazia com que os operários seguissem um mesmo ritmo, caso contrário, comprometeriam o processo, cada operário era responsável por uma pequena fração dele.
Vendo isso, se percebe que isso ainda existe, só que com algumas mudanças que foram exigidas com o tempo, mas que continuam estimulando o consumo, a economia e o comportamento de todos, dando ainda mais força a esse grande sistema.
Palavra: Sistema de Consumo
(Eline Girardi - 15h)
Ana Luíza Rodrigues - "O Ritmo do Sistema"
O filme “O Ritmo do Sistema” fala sobre a “mola propulsora” do processo de modernização contemporâneo. O Fordismo, modelo de produção idealizado por Henry Ford, foi um marco na história do século XX por ditar novos rumos para a indústria e inaugurando a sociedade do consumo de massa.
Ford foi o pioneiro na utilização da linha de montagem, processo que casa agilidade excelência e principalmente, padronização. Das peças até as cores dos automóveis, tudo era pensado para alcançar o máximo de eficiência na produção. A habilidade humana foi passada para a máquina e repassada para o sistema, organizado cuidadosamente para que nada desse errado.
O filme faz uma analogia do sistema fordista com a tecnologia das redes de fast-food. O método de fabricação do automóvel, que consiste na produção peças padrão a serem utilizadas no produto final, se assemelha a de um cheeseburguer, por exemplo, onde os mesmos ingredientes são colocados de forma ordenada.
A verticalização da produção, segundo o Fordismo, garantia a equação perfeita: o máximo de produtividade em um tempo mínimo, chegando a um produto de preço acessível boa qualidade. Por um pouco menos de 400 dólares, era possível ter na garagem um Modelo T, primeiro carro produzido pela Ford. Para chegar ao resultado final, bastava cada operário exercer uma função específica dentro do processo de produção, não necessitando de qualquer habilidade para o manuseio das máquinas.
O sistema de Ford contrastava bastante com o processo de produção do século XIX. Enquanto antes você tinha uma pessoa mais qualificada para conduzir pessoalmente os operários, com a tecnologia do fordismo, cada máquina era regulada de forma a exercer seu trabalho. Não havia mais a preocupação com uma possível perda de tempo ou um produto mal feito. O Artesanal e exclusivo dava lugar ao industrial e padronizado.
Apesar de todo o aparato tecnológico, era necessário manter um contingente grande de pessoas para operar as máquinas. Ford percebeu ao longo do tempo que não adiantava ter máquinas especializadas sem que houvesse uma preocupação, ao menos em manter sob seu controle, a mão de obra humana. Seus trabalhadores dispunham de moradias em vilas construídas ao redor das fábricas, além de aulas de inglês periódicas, já que na sua maioria, eram imigrantes e mal sabiam falar a língua. A padronização ia além da cor dos automóveis.
“Boas” ações também eram formas de manter as rédeas sobre os trabalhadores. Um exemplo era bonificação em dinheiro pela eficiência, herança do Taylorismo ou Administração científica. Elas reduziam a possibilidade de possíveis greves sindicais, tornando os trabalhadores inconscientemente como ovelhas em um rebanho. O sistema faz com que eles não se sintam controlados.
O filme faz um paralelo do Fordismo com os dias atuais através do operador de telemarketing, em que ele segue um “script” do que deve ser falado para o cliente, além de monitorado durante o trabalho como forma assegurar um atendimento de excelência e com isso a lucratividade.
Mas esse modelo está sendo quebrado por algumas empresas, como a Google e a Microsoft, que prezam a capacidade de pensar e criar que só o ser humano pode oferecer. Nesses locais, flexibilização é a palavra-chave.
palavra-chave: racionalidade
(Ana Luíza Rodrigues)
Ford foi o pioneiro na utilização da linha de montagem, processo que casa agilidade excelência e principalmente, padronização. Das peças até as cores dos automóveis, tudo era pensado para alcançar o máximo de eficiência na produção. A habilidade humana foi passada para a máquina e repassada para o sistema, organizado cuidadosamente para que nada desse errado.
O filme faz uma analogia do sistema fordista com a tecnologia das redes de fast-food. O método de fabricação do automóvel, que consiste na produção peças padrão a serem utilizadas no produto final, se assemelha a de um cheeseburguer, por exemplo, onde os mesmos ingredientes são colocados de forma ordenada.
A verticalização da produção, segundo o Fordismo, garantia a equação perfeita: o máximo de produtividade em um tempo mínimo, chegando a um produto de preço acessível boa qualidade. Por um pouco menos de 400 dólares, era possível ter na garagem um Modelo T, primeiro carro produzido pela Ford. Para chegar ao resultado final, bastava cada operário exercer uma função específica dentro do processo de produção, não necessitando de qualquer habilidade para o manuseio das máquinas.
O sistema de Ford contrastava bastante com o processo de produção do século XIX. Enquanto antes você tinha uma pessoa mais qualificada para conduzir pessoalmente os operários, com a tecnologia do fordismo, cada máquina era regulada de forma a exercer seu trabalho. Não havia mais a preocupação com uma possível perda de tempo ou um produto mal feito. O Artesanal e exclusivo dava lugar ao industrial e padronizado.
Apesar de todo o aparato tecnológico, era necessário manter um contingente grande de pessoas para operar as máquinas. Ford percebeu ao longo do tempo que não adiantava ter máquinas especializadas sem que houvesse uma preocupação, ao menos em manter sob seu controle, a mão de obra humana. Seus trabalhadores dispunham de moradias em vilas construídas ao redor das fábricas, além de aulas de inglês periódicas, já que na sua maioria, eram imigrantes e mal sabiam falar a língua. A padronização ia além da cor dos automóveis.
“Boas” ações também eram formas de manter as rédeas sobre os trabalhadores. Um exemplo era bonificação em dinheiro pela eficiência, herança do Taylorismo ou Administração científica. Elas reduziam a possibilidade de possíveis greves sindicais, tornando os trabalhadores inconscientemente como ovelhas em um rebanho. O sistema faz com que eles não se sintam controlados.
O filme faz um paralelo do Fordismo com os dias atuais através do operador de telemarketing, em que ele segue um “script” do que deve ser falado para o cliente, além de monitorado durante o trabalho como forma assegurar um atendimento de excelência e com isso a lucratividade.
Mas esse modelo está sendo quebrado por algumas empresas, como a Google e a Microsoft, que prezam a capacidade de pensar e criar que só o ser humano pode oferecer. Nesses locais, flexibilização é a palavra-chave.
palavra-chave: racionalidade
(Ana Luíza Rodrigues)
Guy Mannshardt - "O Ritmo do Sistema"
O documentário “O Ritmo do Sistema” procura mostrar como o Fordismo transformou a indústria. Henry Ford foi o grande pioneiro deste movimento implantando a racionalidade, usando ingredientes como a tecnologia, a especialização de tarefas, a padronização de peças e uma linha de montagem bem organizada.
Apesar de ser comparado ao militarismo, o Fordismo possibilitou que pessoas de todas as classes pudessem ter acesso à grande sensação da época, o automóvel. Isso graças a Henry Ford que descobriu como produzir em grande quantidade e a baixo custo. A receita é usada até hoje em muitas indústrias e empresas.
Primeiramente, dando prosseguimento ao Taylorismo, Henry adota um sistema de produção bem organizado com tarefas especializadas. Com isso, é eliminada a incerteza do ser humano na hora de executar tarefas das quais ele precisaria raciocinar, ganhando assim tempo e mais produtividade. A mão-de-obra instruída apenas para uma função foi uma inovação e desde então, o funcionário dotado da perícia passou a ser descartado, pois não se encaixava no sistema. Outro método usado, foi a padronização das peças, que desde então passaram a ser intercambiáveis até os dias de hoje, o que tornou o preço final do produto muito mais acessível.
Essa padronização não deixa de ser uma tecnologia, artigo que é facilmente perceptível até em fast-foods dos dias de hoje. O filme termina então faz um paralelismo com a tecnologia alimentícia do mundo contemporâneo, relacionando os elementos padronizados de um hambúrguer com os de um automóvel Ford. Mostra como uma lanchonete pode ser vista como uma indústria dotada de seus funcionários “alienados” e suas maquinas especializadas (“maquinas agrícolas”).
Palavra que resume o documentário: padronização
(Guy Mannshardt Bricio – 17h)
Apesar de ser comparado ao militarismo, o Fordismo possibilitou que pessoas de todas as classes pudessem ter acesso à grande sensação da época, o automóvel. Isso graças a Henry Ford que descobriu como produzir em grande quantidade e a baixo custo. A receita é usada até hoje em muitas indústrias e empresas.
Primeiramente, dando prosseguimento ao Taylorismo, Henry adota um sistema de produção bem organizado com tarefas especializadas. Com isso, é eliminada a incerteza do ser humano na hora de executar tarefas das quais ele precisaria raciocinar, ganhando assim tempo e mais produtividade. A mão-de-obra instruída apenas para uma função foi uma inovação e desde então, o funcionário dotado da perícia passou a ser descartado, pois não se encaixava no sistema. Outro método usado, foi a padronização das peças, que desde então passaram a ser intercambiáveis até os dias de hoje, o que tornou o preço final do produto muito mais acessível.
Essa padronização não deixa de ser uma tecnologia, artigo que é facilmente perceptível até em fast-foods dos dias de hoje. O filme termina então faz um paralelismo com a tecnologia alimentícia do mundo contemporâneo, relacionando os elementos padronizados de um hambúrguer com os de um automóvel Ford. Mostra como uma lanchonete pode ser vista como uma indústria dotada de seus funcionários “alienados” e suas maquinas especializadas (“maquinas agrícolas”).
Palavra que resume o documentário: padronização
(Guy Mannshardt Bricio – 17h)
Caio Augusto Damasceno - "O Ritmo do Sistema"
Fordismo
Henry Ford modificou a forma de vida de todo o mundo. O Fordismo acelerou os processos e hábitos das pessoas. E deixou um legado que influencia a todos até hoje.
Ford, um filho de fazendeiros do interior, criou não só uma fábrica de automóveis, mas sim um sistema. Sistema esse que visava a padronização, rapidez e eficácia da produção. Ford era um homem visionário e controlador. E a estrutura da produção de seus veículos moldou o estilo de vida de todo o século XX. É importante destacar a importância da padronização para Ford. Era obrigatório fazer carros idênticos. O exemplo citado no documentário da GNT, todos os carros tinham que ser da cor preta. Assim se economizaria e agilizaria todo o processo. A classe dos “colarinhos brancos” e “colarinhos azuis” também começaram a surgir. Empregadores e empregados formavam as classes da sociedade. Para Ford, a industrialização trazia muito mais vantagens do que desvantagens. Ele sempre pensava no aumento da tecnologia e como fazer seus trabalhadores renderem mais nas linhas de produção. “No passado o ser humano vinha em primeiro lugar, no futuro o sistema virá em primeiro lugar”. Essa idéia sintetiza o caminho que o mundo estava começando a seguir. O ser humano que por natureza é incerto, passa a viver num sistema que busca sempre a precisão.
(Caio Augusto Damasceno -13h)
Henry Ford modificou a forma de vida de todo o mundo. O Fordismo acelerou os processos e hábitos das pessoas. E deixou um legado que influencia a todos até hoje.
Ford, um filho de fazendeiros do interior, criou não só uma fábrica de automóveis, mas sim um sistema. Sistema esse que visava a padronização, rapidez e eficácia da produção. Ford era um homem visionário e controlador. E a estrutura da produção de seus veículos moldou o estilo de vida de todo o século XX. É importante destacar a importância da padronização para Ford. Era obrigatório fazer carros idênticos. O exemplo citado no documentário da GNT, todos os carros tinham que ser da cor preta. Assim se economizaria e agilizaria todo o processo. A classe dos “colarinhos brancos” e “colarinhos azuis” também começaram a surgir. Empregadores e empregados formavam as classes da sociedade. Para Ford, a industrialização trazia muito mais vantagens do que desvantagens. Ele sempre pensava no aumento da tecnologia e como fazer seus trabalhadores renderem mais nas linhas de produção. “No passado o ser humano vinha em primeiro lugar, no futuro o sistema virá em primeiro lugar”. Essa idéia sintetiza o caminho que o mundo estava começando a seguir. O ser humano que por natureza é incerto, passa a viver num sistema que busca sempre a precisão.
(Caio Augusto Damasceno -13h)
Julia Serran - "O Ritmo do Sistema"
Tecnologia dos tempos modernos
Henry Ford era filho de fazendeiro e adorava todas as coisas que tinham movimento. Desde pequeno consertava coisas para seus vizinhos. E além de jeito com mecanismos, Ford também era obcecado por controle. Com isso ele criou uma nova tecnologia, um novo jeito de fabricar objetos, a produção padronizada.
Foi nos anos 20 que Henry Ford criou o carro das multidões. O seu novo processo padrão de criar automóveis agilizava a produção e ainda a barateava, assim todos que queriam possuir um bem durável teriam acesso. O carro chamado de modelo T era sempre preto, unificando a produção. Um pintor da época Diego Riviera retratou a era Ford não com carros, mas sim com operários e suas maquinarias, mostrando que Henry Ford era mais que um criador de automóvel era um sistema, o Fordismo.
Com tudo padronizado os operários não precisavam pensar para usar as máquinas e construir um carro. Qualquer um com um manual poderia facilmente montar automóveis, pois só havia um único jeito de ser feito, o jeito certo. Assim controlando as máquinas era fácil controlar as pessoas, se sabe exatamente a que horas cada operário está fazendo alguma coisa. Padronizam-se os objetos, padronizam-se as pessoas. Tornam pessoas máquinas, ao invés da máquina seguir nosso tempo, nós seguimos o dela.
(Julia Serran)
Henry Ford era filho de fazendeiro e adorava todas as coisas que tinham movimento. Desde pequeno consertava coisas para seus vizinhos. E além de jeito com mecanismos, Ford também era obcecado por controle. Com isso ele criou uma nova tecnologia, um novo jeito de fabricar objetos, a produção padronizada.
Foi nos anos 20 que Henry Ford criou o carro das multidões. O seu novo processo padrão de criar automóveis agilizava a produção e ainda a barateava, assim todos que queriam possuir um bem durável teriam acesso. O carro chamado de modelo T era sempre preto, unificando a produção. Um pintor da época Diego Riviera retratou a era Ford não com carros, mas sim com operários e suas maquinarias, mostrando que Henry Ford era mais que um criador de automóvel era um sistema, o Fordismo.
Com tudo padronizado os operários não precisavam pensar para usar as máquinas e construir um carro. Qualquer um com um manual poderia facilmente montar automóveis, pois só havia um único jeito de ser feito, o jeito certo. Assim controlando as máquinas era fácil controlar as pessoas, se sabe exatamente a que horas cada operário está fazendo alguma coisa. Padronizam-se os objetos, padronizam-se as pessoas. Tornam pessoas máquinas, ao invés da máquina seguir nosso tempo, nós seguimos o dela.
(Julia Serran)
Rômulo do Couto Maia - "O Ritmo do Sistema"
No filme “No ritmo do sistema” percebe-se uma ênfase na exposição das idéias revolucionárias de produção industrial de Henry Ford e Taylor, e mostra como elas transformaram o sistema de produção e, conseqüentemente, a sociedade.
Dentre os métodos de produção propostos por Henry e Taylor podemos citar: a uniformidade, pois, visto que o ser humano está sujeito a erros e incertezas, através da uniformidade se conseguia mais controle e esta é a parte do sistema que dava conta de diminuir esses possíveis erros entre o pessoal e a produção; também havia a padronização da fabricação, que permitia a repetição na produção de peças. Com isso a perícia do homem se reduziu a movimentos repetitivos e exigia apenas mais rapidez do funcionário; outro mecanismo desenvolvido para otimizar a produção foi a linha de montagem. Com ela cada processo de montagem era ligado ponto a ponto, cujos pontos seriam os funcionários que ficavam restritos a suas atividades e não sabiam como era o restante do processo de produção até chegar ao produto final.
Aumentando-se a produção em massa aumentava-se o consumo em massa e vice-versa, e ao lado da evolução dos processos de produção há também o desenvolvimento da tecnologia, mudando os hábitos da sociedade com relação ao consumo, o tempo e o espaço.
Ford e Taylor fizeram apenas as descobertas mais significativas de um processo que se encontra em constante metamorfose.
(Rômulo do Couto Maia)
Dentre os métodos de produção propostos por Henry e Taylor podemos citar: a uniformidade, pois, visto que o ser humano está sujeito a erros e incertezas, através da uniformidade se conseguia mais controle e esta é a parte do sistema que dava conta de diminuir esses possíveis erros entre o pessoal e a produção; também havia a padronização da fabricação, que permitia a repetição na produção de peças. Com isso a perícia do homem se reduziu a movimentos repetitivos e exigia apenas mais rapidez do funcionário; outro mecanismo desenvolvido para otimizar a produção foi a linha de montagem. Com ela cada processo de montagem era ligado ponto a ponto, cujos pontos seriam os funcionários que ficavam restritos a suas atividades e não sabiam como era o restante do processo de produção até chegar ao produto final.
Aumentando-se a produção em massa aumentava-se o consumo em massa e vice-versa, e ao lado da evolução dos processos de produção há também o desenvolvimento da tecnologia, mudando os hábitos da sociedade com relação ao consumo, o tempo e o espaço.
Ford e Taylor fizeram apenas as descobertas mais significativas de um processo que se encontra em constante metamorfose.
(Rômulo do Couto Maia)
Nátaly Fernandes - "O Ritmo do Sistema"
Com a segunda revolução nascem as indústrias de base científico-técnicas
e então se organiza a produção em alta escala, em massa introduzindo por Ford e Taylor como vimos no filme.
O filme nos mostrou como o capitalismo impulsionou a indústria com produção em massa, pois isso garantia lucro ao empresário e um exemplo disto foi as técnicas do fordismo utilizadas para melhor aproveitamento do tempo de serviço e assim mais produção, acarretando em mais dinheiro. Foram muitas as transformações no meio de trabalho para se obter o máximo de aproveitamento dos operários, como estudo, moradia perto do lado do ambiente de trabalho, estudos de total aproveitamento da carga horária etc.
O padronizamento dos funcionários da Ford e o modo como eles utilizavam sua mão-de-obra, com uniformidade para ter o máximo de aproveitamento das horas trabalhadas e menos gastos com a produção garantindo um bom preço de mercado para os produtos. O filme também nos mostrou como as ferramentas, máquinas e produtos padronizados diminuíram a necessidade de profissionais especializados para a produção dos bens de consumo. Sua única obrigação era ter energia para seguir no ritmo das máquinas. Como as máquinas controlavam os movimentos dos trabalhadores, elestrabalhavam na velocidade que o empresário queria e isso aumentava o número de produtos produzidos, diminuía o tempo de produção e aumentava o lucro.
Tudo impulsionado pela ânsia da sociedade da época por objetos de consumo que lhes dessem status diante da sociedade que crescia naquela época e se transformava na classe média.
(Nátaly Fernandes Barbosa da Silva)
e então se organiza a produção em alta escala, em massa introduzindo por Ford e Taylor como vimos no filme.
O filme nos mostrou como o capitalismo impulsionou a indústria com produção em massa, pois isso garantia lucro ao empresário e um exemplo disto foi as técnicas do fordismo utilizadas para melhor aproveitamento do tempo de serviço e assim mais produção, acarretando em mais dinheiro. Foram muitas as transformações no meio de trabalho para se obter o máximo de aproveitamento dos operários, como estudo, moradia perto do lado do ambiente de trabalho, estudos de total aproveitamento da carga horária etc.
O padronizamento dos funcionários da Ford e o modo como eles utilizavam sua mão-de-obra, com uniformidade para ter o máximo de aproveitamento das horas trabalhadas e menos gastos com a produção garantindo um bom preço de mercado para os produtos. O filme também nos mostrou como as ferramentas, máquinas e produtos padronizados diminuíram a necessidade de profissionais especializados para a produção dos bens de consumo. Sua única obrigação era ter energia para seguir no ritmo das máquinas. Como as máquinas controlavam os movimentos dos trabalhadores, elestrabalhavam na velocidade que o empresário queria e isso aumentava o número de produtos produzidos, diminuía o tempo de produção e aumentava o lucro.
Tudo impulsionado pela ânsia da sociedade da época por objetos de consumo que lhes dessem status diante da sociedade que crescia naquela época e se transformava na classe média.
(Nátaly Fernandes Barbosa da Silva)
Manuela Francisco - "O Ritmo do Sistema"
Henry Ford conseguiu virar um grande empresário e mudar a vida da sociedade no século XX, ao idealizar o fordismo.
O fordismo consistia em um modelo de produção de massa, que buscava o aperfeiçoamento das linhas de montagem. Devido a isso, a fábrica possuía uma esteira rolante, na qual o produto passava, e os funcionários ficavam parados de frente para ela, colocando cada um uma peça, com isso Ford buscava a padronização e rapidez do trabalho. Para ele, quanto mais se aumentasse a produção no menor espaço de tempo, mais facilitaria a venda do produto por um preço mais barato.
Ford começou a ver que seria melhor para ele ter o controle dos produtos que ele utilizava para montar os carros. Logo, passou a possuir todos os elementos dentro de sua fábrica. Resumindo, começou a produzir o que utilizava para a fabricação de seus carros.
Como esse modelo é baseado na produção de grandes quantidades, é necessário que ocorra o consumo em massa, para isso Ford achava que os trabalhadores deveriam ganhar salários bons, para que com eles pudessem consumir mais.
E foi assim que Ford mudou a vida de milhares de pessoas, criando um novo tipo de trabalhador e de homem.
(Manuela Francisco)
O fordismo consistia em um modelo de produção de massa, que buscava o aperfeiçoamento das linhas de montagem. Devido a isso, a fábrica possuía uma esteira rolante, na qual o produto passava, e os funcionários ficavam parados de frente para ela, colocando cada um uma peça, com isso Ford buscava a padronização e rapidez do trabalho. Para ele, quanto mais se aumentasse a produção no menor espaço de tempo, mais facilitaria a venda do produto por um preço mais barato.
Ford começou a ver que seria melhor para ele ter o controle dos produtos que ele utilizava para montar os carros. Logo, passou a possuir todos os elementos dentro de sua fábrica. Resumindo, começou a produzir o que utilizava para a fabricação de seus carros.
Como esse modelo é baseado na produção de grandes quantidades, é necessário que ocorra o consumo em massa, para isso Ford achava que os trabalhadores deveriam ganhar salários bons, para que com eles pudessem consumir mais.
E foi assim que Ford mudou a vida de milhares de pessoas, criando um novo tipo de trabalhador e de homem.
(Manuela Francisco)
Marina Coelho - "O Ritmo do Sistema"
O vídeo “No ritmo do Sistema” relata o Fordismo sendo um sistema de racionalização de produção em massa junto aos princípios do Taylorismo na evolução da tecnologia no século XIX e XX.
O modelo de produção de massa revolucionou a indústria automobilísta utilizando o sistema de padronização. Ford iniciou seu projeto desenvolvendo técnicas avançadas para época com a meta de buscar o aumento de produção no menor espaço de tempo, usufruindo o trabalhador uma forma mecânica durante todo o dia.
No documentário fica nítido que devido a sua ambição criou o mercado de massa para os automóveis. Ford conseguiu fazer o automóvel ser acessível à massa popular de forma barata, atingindo então seu objetivo.
Pode-se perceber durante o vídeo que o fordismo é um sistema produtivo baseado no aperfeiçoamento da linha de montagem que trouxe aos operários o conceito de “alienação” pois não era mais necessária a qualificação dos trabalhadores. Os trabalhadores por sua vez eram organizados de forma sistematizada, ou seja, o operário teria uma atividade específica -especialização do trabalho - no sistema produtivo da indústria. Assim, cada indivíduo deveria cumprir sua tarefa no menor tempo possível, causando a superexploração. Na verdade, o documentário mostra que ocorria a mecanização do trabalho, já que o indivíduo apenas executava ordens sem participar do planejamento intelectual da atividade. Logo, as máquinas por ser ágil e ter habilidade iriam ocupando os lugares dos trabalhadores.
As regras excessivas e uniformes podem ser comparadas com o militarismo, já que Ford era completamente controlador para que nada afetasse seus negócios. Fez-se então famosa a frase de que poderiam ser produzidos automóveis de qualquer cor, contanto que todos fossem pretos.
Tudo à nossa volta são como peças padronizadas e intercambiáveis os que provocam a idéia de repetição incluindo também na arte. Nas lanchonetes, a ordem em que montam o hambúrguer é considerada uma tecnologia alimentícia, baseando-se num conjunto de especificações. No filme ensina que a palavra “especificação “define a expressão de tecnologia.
Nota-se também como o controle é aplicado a qualquer tipo de trabalho. Fez-se a comparação da indústria com ambientes que o ser humano vive no cotidiano. O aeroporto é um exemplo de que é necessário ter componentes organizados para atender a uma necessidade. A partir desse aspecto, o vídeo diz o ser humano ser dotado de incertezas, logo deve ser controlado.
O fordismo-taylorismo participa até hoje no nosso dia-a dia. Desde que foi criado esse modelo, percute hoje na produtividade do trabalho e na sociedade. Implica nos hábitos e costumes diários de nossas vidas. Fez adaptar-se a construção de uma nova sociedade econômica e intelectual que nos ensinou a nova versão do conceito de trabalho.
(Marina Coelho P.Silva - 17h)
O modelo de produção de massa revolucionou a indústria automobilísta utilizando o sistema de padronização. Ford iniciou seu projeto desenvolvendo técnicas avançadas para época com a meta de buscar o aumento de produção no menor espaço de tempo, usufruindo o trabalhador uma forma mecânica durante todo o dia.
No documentário fica nítido que devido a sua ambição criou o mercado de massa para os automóveis. Ford conseguiu fazer o automóvel ser acessível à massa popular de forma barata, atingindo então seu objetivo.
Pode-se perceber durante o vídeo que o fordismo é um sistema produtivo baseado no aperfeiçoamento da linha de montagem que trouxe aos operários o conceito de “alienação” pois não era mais necessária a qualificação dos trabalhadores. Os trabalhadores por sua vez eram organizados de forma sistematizada, ou seja, o operário teria uma atividade específica -especialização do trabalho - no sistema produtivo da indústria. Assim, cada indivíduo deveria cumprir sua tarefa no menor tempo possível, causando a superexploração. Na verdade, o documentário mostra que ocorria a mecanização do trabalho, já que o indivíduo apenas executava ordens sem participar do planejamento intelectual da atividade. Logo, as máquinas por ser ágil e ter habilidade iriam ocupando os lugares dos trabalhadores.
As regras excessivas e uniformes podem ser comparadas com o militarismo, já que Ford era completamente controlador para que nada afetasse seus negócios. Fez-se então famosa a frase de que poderiam ser produzidos automóveis de qualquer cor, contanto que todos fossem pretos.
Tudo à nossa volta são como peças padronizadas e intercambiáveis os que provocam a idéia de repetição incluindo também na arte. Nas lanchonetes, a ordem em que montam o hambúrguer é considerada uma tecnologia alimentícia, baseando-se num conjunto de especificações. No filme ensina que a palavra “especificação “define a expressão de tecnologia.
Nota-se também como o controle é aplicado a qualquer tipo de trabalho. Fez-se a comparação da indústria com ambientes que o ser humano vive no cotidiano. O aeroporto é um exemplo de que é necessário ter componentes organizados para atender a uma necessidade. A partir desse aspecto, o vídeo diz o ser humano ser dotado de incertezas, logo deve ser controlado.
O fordismo-taylorismo participa até hoje no nosso dia-a dia. Desde que foi criado esse modelo, percute hoje na produtividade do trabalho e na sociedade. Implica nos hábitos e costumes diários de nossas vidas. Fez adaptar-se a construção de uma nova sociedade econômica e intelectual que nos ensinou a nova versão do conceito de trabalho.
(Marina Coelho P.Silva - 17h)
Livia Barboza - "O Ritmo do Sistema"
A partir do filme assistido em sala pude ampliar os meus conhecimentos em relação a todo caminho percorrido pela tecnologia. No documentário falou-se muito de Henry Ford. Este homem nasceu em uma fazenda e ali mesmo iniciou sua trajetória. Ele tinha obsessão pelo controle e era um triunfo da racionalidade sobre a natureza.
No filme, o Fordismo (atribuído a Henry Ford) foi comparado ao modelo militar pela maneira como os operários trabalhavam, todos seguiam ordens rígidas e não existia qualquer questionamento. Mas esse padrão tão severo respondeu a todos os anseios da época. Trouxe bens materiais, que eram desejados por todas as pessoas dentro daquela sociedade, e isso fez com que o consumo em massa alimentasse a produção em massa.
Junto com toda essa tecnologia há um forte censo de organização. Esse filme mostra como as máquinas facilitaram a vida dos trabalhadores e como elas diminuíram as incertezas que eram fruto dos homens. Com a chegada da linha de montagem passou a existir a alienação do trabalho, onde o operário praticava um trabalho mecânico sem pensar no que estava fazendo.
O filme nós apresenta pessoas muito bacanas como Diego Rivera e Frederick Winslow Taylor. Mostra-nos também lugares como Greenville Village, Aeroporto de Pittsburgh e a lanchonete Wendy's. Muitas mudanças ocorreram com o passar dos séculos. O avanço da tecnologia nos trouxe muitos benefícios. Foi legal poder observar toda essa evolução.
(Livia Barboza de Sousa)
No filme, o Fordismo (atribuído a Henry Ford) foi comparado ao modelo militar pela maneira como os operários trabalhavam, todos seguiam ordens rígidas e não existia qualquer questionamento. Mas esse padrão tão severo respondeu a todos os anseios da época. Trouxe bens materiais, que eram desejados por todas as pessoas dentro daquela sociedade, e isso fez com que o consumo em massa alimentasse a produção em massa.
Junto com toda essa tecnologia há um forte censo de organização. Esse filme mostra como as máquinas facilitaram a vida dos trabalhadores e como elas diminuíram as incertezas que eram fruto dos homens. Com a chegada da linha de montagem passou a existir a alienação do trabalho, onde o operário praticava um trabalho mecânico sem pensar no que estava fazendo.
O filme nós apresenta pessoas muito bacanas como Diego Rivera e Frederick Winslow Taylor. Mostra-nos também lugares como Greenville Village, Aeroporto de Pittsburgh e a lanchonete Wendy's. Muitas mudanças ocorreram com o passar dos séculos. O avanço da tecnologia nos trouxe muitos benefícios. Foi legal poder observar toda essa evolução.
(Livia Barboza de Sousa)
Frederico Fortes - "O Ritmo do Sistema"
O Fordismo revolucionou a indústria automobilística na primeira metade do século XX. Foi um tremendo avanço tecnológico que respondeu às necessidades da época. Henry Ford conseguiu tornar o automóvel tão barato que até seus funcionários poderiam comprá-lo, e isso é muito bem retratado no documentário. Este mostra como que funcionavam as fábricas e as linhas de montagem (uma das principais características do Fordismo foi seu aperfeiçoamento). Desta forma não era necessária quase nenhuma qualificação dos trabalhadores.
O documentário também fala muito sobre o Modelo T, e como ele mudou a vida automotiva, sendo assim, uma grande criação técnológica e de uso fácil.
Esse novo modelo de produção foi retratado em muitas obras de arte, como por exemplo os “Murais”, de Riviera, que fala de sistemas tecnológicos (como vários tipos de máquinas) e grandes feitos.
Também é retratado no documentário a popularidade do Modelo T, com imagens cheias deles nas ruas e seu famoso design.
O filme, também da ênfase no sentido de que Henry Ford representa o triunfo libertador (no sentido tecnológico), apesar de fazer uma pequena comparação do modelo Fordista com o modelo militar. No geral achei bem interessante pois me despertou o interesse para estudar o tema.
(Frederico Fortes - 17h)
O documentário também fala muito sobre o Modelo T, e como ele mudou a vida automotiva, sendo assim, uma grande criação técnológica e de uso fácil.
Esse novo modelo de produção foi retratado em muitas obras de arte, como por exemplo os “Murais”, de Riviera, que fala de sistemas tecnológicos (como vários tipos de máquinas) e grandes feitos.
Também é retratado no documentário a popularidade do Modelo T, com imagens cheias deles nas ruas e seu famoso design.
O filme, também da ênfase no sentido de que Henry Ford representa o triunfo libertador (no sentido tecnológico), apesar de fazer uma pequena comparação do modelo Fordista com o modelo militar. No geral achei bem interessante pois me despertou o interesse para estudar o tema.
(Frederico Fortes - 17h)
Raphael Panaro - "O Ritmo do Sistema"
Um Modelo de Vida
Henry Ford. Empreendedor, visionário, controlador e construtor de carros. Revolucionou o mundo com seu sistema de montagem em série, padronização de peças e construção de carros. Daí o nome do modelo que mudou as diretrizes do mundo: Fordismo. E por que não outro nome? Porque Ford queria que todos soubessem quem o tinha criado e também como uma forma de “impor” respeito. Não confiava em ninguém para chefiar sua empresa e controlava tudo e todos.
O documentário “O Ritmo do Sistema” mostra bem essas características do jovem americano e o que foi o Fordismo para a época em que foi criado. Comparado ao militarismo pelo filme, o plano respondeu as necessidades da metade do século XIX, prestes a entrar em uma crise econômica. Com rédeas curtas Ford botou em prática um modelo que nunca ninguém pensaria na época. O Complexo de Rouge, onde era a fábrica da Ford, tinha dimensões absurdas e 80mil pessoas empregadas, a maioria imigrante europeus. Com a ajuda dos princípios e simplificação de Frederick Taylor, o Fordismo foi evoluindo e a primeira linha de montagem criada para dinamizar a produção, onde poderia se produzir carros mais rapidamente. O documentário ainda traz vários depoimentos de especialistas que falam de Ford, sua personalidade e seus desejos.
Fordismo em uma palavra: Indescritível
(Raphael Panaro A. Santos)
Henry Ford. Empreendedor, visionário, controlador e construtor de carros. Revolucionou o mundo com seu sistema de montagem em série, padronização de peças e construção de carros. Daí o nome do modelo que mudou as diretrizes do mundo: Fordismo. E por que não outro nome? Porque Ford queria que todos soubessem quem o tinha criado e também como uma forma de “impor” respeito. Não confiava em ninguém para chefiar sua empresa e controlava tudo e todos.
O documentário “O Ritmo do Sistema” mostra bem essas características do jovem americano e o que foi o Fordismo para a época em que foi criado. Comparado ao militarismo pelo filme, o plano respondeu as necessidades da metade do século XIX, prestes a entrar em uma crise econômica. Com rédeas curtas Ford botou em prática um modelo que nunca ninguém pensaria na época. O Complexo de Rouge, onde era a fábrica da Ford, tinha dimensões absurdas e 80mil pessoas empregadas, a maioria imigrante europeus. Com a ajuda dos princípios e simplificação de Frederick Taylor, o Fordismo foi evoluindo e a primeira linha de montagem criada para dinamizar a produção, onde poderia se produzir carros mais rapidamente. O documentário ainda traz vários depoimentos de especialistas que falam de Ford, sua personalidade e seus desejos.
Fordismo em uma palavra: Indescritível
(Raphael Panaro A. Santos)
Gizele Martins - "O Ritmo do Sistema"
Com a chegada do Fordismo, produção de massa, criado por Henry Ford no início do século XX, nasce uma sociedade de consumo supostamente organizada. Feito para atender as necessidades de cada pessoa. E com esse novo sistema, a vida de toda a população passa a ser transformada.
Exemplo disso é quando muitos saem do campo e vão para as cidades em busca de trabalho. A migração nesse período é enorme. As pessoas passam a deixar suas casas, famílias e costumes, e vão em busca de sobrevivência, já que o trabalho artesanal não podia mais acompanhar a velocidade do sistema. E o que as esperavam, era um trabalho maquinal, robóticos, rápido, em que não era mais preciso o raciocínio lógico para construir algo. A partir daí, os próprios funcionários pareciam máquinas, não precisavam mais pensar, apenas produzir.
Segundo o filme “O Ritmo do Sistema”, Ford sempre dizia que era necessário eliminar as incertezas. Ou seja, tinha que controlar tudo e todos. Porque poderiam haver supostos questionamentos ou disputas sobre sua forma de pensar. O filme compara isso ao militarismo, ao exército, pois Ford conseguia fazer com que as pessoas apenas obedecessem.
Hoje, nada mudou as pessoas estão cada vez mais acostumadas a não pensarem. Elas preferem que alguém, as máquinas, “pensem” por elas e nada mais. E isso acontece de forma inconsciente. Algo que muitos meios de comunicação apenas reforçam o que o sistema capitalista pensa e põe em prática todos os dias.
Palavra chave que eu escolhi do filme: “eliminar”
(Gizele de Oliveira Martins - 15h)
Exemplo disso é quando muitos saem do campo e vão para as cidades em busca de trabalho. A migração nesse período é enorme. As pessoas passam a deixar suas casas, famílias e costumes, e vão em busca de sobrevivência, já que o trabalho artesanal não podia mais acompanhar a velocidade do sistema. E o que as esperavam, era um trabalho maquinal, robóticos, rápido, em que não era mais preciso o raciocínio lógico para construir algo. A partir daí, os próprios funcionários pareciam máquinas, não precisavam mais pensar, apenas produzir.
Segundo o filme “O Ritmo do Sistema”, Ford sempre dizia que era necessário eliminar as incertezas. Ou seja, tinha que controlar tudo e todos. Porque poderiam haver supostos questionamentos ou disputas sobre sua forma de pensar. O filme compara isso ao militarismo, ao exército, pois Ford conseguia fazer com que as pessoas apenas obedecessem.
Hoje, nada mudou as pessoas estão cada vez mais acostumadas a não pensarem. Elas preferem que alguém, as máquinas, “pensem” por elas e nada mais. E isso acontece de forma inconsciente. Algo que muitos meios de comunicação apenas reforçam o que o sistema capitalista pensa e põe em prática todos os dias.
Palavra chave que eu escolhi do filme: “eliminar”
(Gizele de Oliveira Martins - 15h)
Lorena Conci - "O Ritmo do Sistema"
O documentário “O ritmo do sistema”, veiculado no Brasil pela GNT, mostra como o fordismo conseguiu alcançar o sucesso no século XX. Beirando a crise de 1929 e com um país cheio de imigrantes, Henry Ford realizou seu desejo de fabricar um carro acessível a todos em 1927 com o Modelo T, que chegou a custar apenas 300 dólares.
Ford organizou um método de fabricação que produzia mais em menos tempo; é a produção em massa com o aperfeiçoamento da linha de montagem. Houve a especialização do trabalhador, na qual a atividade repetitiva e uniforme foi possível, principalmente, pela padronização das peças.
Perdido o conhecimento total do método de produção, há no operário uma alienação da mão de obra. Não que isso seja ruim para o sistema capitalista, ao contrário. Buscando formas de aumentar o lucro, Frederick Taylor cronometrou os passos do trabalhador: o tempo exato de trabalho e, também, de descanso.
“O ritmo do sistema” envolve questões fundamentais de poder que são vistas ainda hoje. Nos fast-foods, por exemplo, fordismo e taylorismo se apresentam na função de cada funcionário e no tempo maquinalmente cronometrado de preparo das refeições.
(Lorena Conci)
Ford organizou um método de fabricação que produzia mais em menos tempo; é a produção em massa com o aperfeiçoamento da linha de montagem. Houve a especialização do trabalhador, na qual a atividade repetitiva e uniforme foi possível, principalmente, pela padronização das peças.
Perdido o conhecimento total do método de produção, há no operário uma alienação da mão de obra. Não que isso seja ruim para o sistema capitalista, ao contrário. Buscando formas de aumentar o lucro, Frederick Taylor cronometrou os passos do trabalhador: o tempo exato de trabalho e, também, de descanso.
“O ritmo do sistema” envolve questões fundamentais de poder que são vistas ainda hoje. Nos fast-foods, por exemplo, fordismo e taylorismo se apresentam na função de cada funcionário e no tempo maquinalmente cronometrado de preparo das refeições.
(Lorena Conci)
Camile König - "O Ritmo do Sistema"
Com a expansão e a melhoria na qualidade de vida da classe média no fim do século XIX, as pessoas passam a ter necessidade de possuir e exibir bens materiais. Pode-se considerar um período de “hiperconsumismo”.
Henry Ford é o “triunfo da racionalidade sobre a natureza”. Cria um produto, o carro, modelo T, que supre esta necessidade de consumo e luxo da época. Com a sua inovadora linha de montagem, controlava o que e como o operário ia fazer e controlava também o produto.
O operário deixa de conhecer o processo de fabricação como um todo, e se especializa em apenas um momento da montagem do produto. Agora ele só precisa ser rápido para acompanhar o ritmo da fábrica (o ritmo que o dono quer), fazendo movimentos repetitivos. Há a padronização do sistema de produção.
O processo deixa de ser artesanal e a manutenção do carro fica mais fácil, já que há a produção em massa de todas as peças. Dessa maneira, com a uniformidade e o aumento da produção de peças, o modelo T fica acessível a todos. Os próprios operários compravam o carro.
A produção em massa melhora a vida das pessoas nos EUA na 1° metade do século XX. O método de Henry Ford foi copiado pelo mundo todo. Na Alemanha cria-se o Fusca, que supera o modelo T.
Esta maneira de padronização do sistema de produção pode ser comparada ao militarismo, apenas obedecendo a regras, sem saber o resultado final. Pode ser notado com facilidade nos dias de hoje, como por exemplo, nos centros de tele marketing, em que funcionários agem praticamente como máquinas.
(Camile König)
Henry Ford é o “triunfo da racionalidade sobre a natureza”. Cria um produto, o carro, modelo T, que supre esta necessidade de consumo e luxo da época. Com a sua inovadora linha de montagem, controlava o que e como o operário ia fazer e controlava também o produto.
O operário deixa de conhecer o processo de fabricação como um todo, e se especializa em apenas um momento da montagem do produto. Agora ele só precisa ser rápido para acompanhar o ritmo da fábrica (o ritmo que o dono quer), fazendo movimentos repetitivos. Há a padronização do sistema de produção.
O processo deixa de ser artesanal e a manutenção do carro fica mais fácil, já que há a produção em massa de todas as peças. Dessa maneira, com a uniformidade e o aumento da produção de peças, o modelo T fica acessível a todos. Os próprios operários compravam o carro.
A produção em massa melhora a vida das pessoas nos EUA na 1° metade do século XX. O método de Henry Ford foi copiado pelo mundo todo. Na Alemanha cria-se o Fusca, que supera o modelo T.
Esta maneira de padronização do sistema de produção pode ser comparada ao militarismo, apenas obedecendo a regras, sem saber o resultado final. Pode ser notado com facilidade nos dias de hoje, como por exemplo, nos centros de tele marketing, em que funcionários agem praticamente como máquinas.
(Camile König)
Ana Luísa Borgongino - "O Ritmo do Sistema"
O filme No Ritmo do Sistema apresenta Henry Ford, o homem que marcou a primeira metade do século XX. Antes de ser o fundador da Ford Motor Company, ele era filho de um fazendeiro e visionava construir um carro para facilitar a vida do homem.
Mas isto não era o bastante para o americano. Henry Ford ambicionava tornar o automóvel tão barato a ponto de ser consumido por todos. Assim surgiu o Ford Modelo T em 1908. A produção em larga escala, utilizando linhas de montagem, instalou o consumo de massa.
Ford aperfeiçoou o processo de montagem, baseando-se nos princípios de padronização e simplificação de Frederick Taylor. Os veículos eram montados em esteiras rolantes. Cada operário realizava uma etapa específica, dentro de um controlado ritmo de trabalho.
Os procedimentos deveriam ser simples, procurando eliminar qualquer incerteza durante o processo. Para trabalhar na Ford Motor Company não era necessária qualquer qualificação, assim muitos imigrantes europeus vindos do campo foram construir carros para Henry Ford.
Uma das características marcantes do empresário era sua obsessão por controle. Através da uniformidade, Ford era capaz de controlar seus produtos e as pessoas. Ficou famosa a frase em que ele dizia poderiam ser produzidos automóveis de qualquer cor, desde que fossem pretos.
Henry Ford basicamente dizia o que o americano médio deveria consumir no início do século XX. E mesmo depois de seu declínio, as idéias de Ford continuaram a serem utilizadas em redes de fast-food e telemarketing.
(Ana Luísa Borgongino - 13h)
Mas isto não era o bastante para o americano. Henry Ford ambicionava tornar o automóvel tão barato a ponto de ser consumido por todos. Assim surgiu o Ford Modelo T em 1908. A produção em larga escala, utilizando linhas de montagem, instalou o consumo de massa.
Ford aperfeiçoou o processo de montagem, baseando-se nos princípios de padronização e simplificação de Frederick Taylor. Os veículos eram montados em esteiras rolantes. Cada operário realizava uma etapa específica, dentro de um controlado ritmo de trabalho.
Os procedimentos deveriam ser simples, procurando eliminar qualquer incerteza durante o processo. Para trabalhar na Ford Motor Company não era necessária qualquer qualificação, assim muitos imigrantes europeus vindos do campo foram construir carros para Henry Ford.
Uma das características marcantes do empresário era sua obsessão por controle. Através da uniformidade, Ford era capaz de controlar seus produtos e as pessoas. Ficou famosa a frase em que ele dizia poderiam ser produzidos automóveis de qualquer cor, desde que fossem pretos.
Henry Ford basicamente dizia o que o americano médio deveria consumir no início do século XX. E mesmo depois de seu declínio, as idéias de Ford continuaram a serem utilizadas em redes de fast-food e telemarketing.
(Ana Luísa Borgongino - 13h)
Marina Seabra - "O Ritmo do Sistema"
Na década de XX os EUA passavam por uma crise econômica, e as pessoas ansiavam pelo progresso material e tecnológico. Henry Ford foi o precursor da modernidade tecnológica ao criar o carro Modelo T e, ao inovar com o Fordismo, que era um modelo de produção em massa.
No modelo Fordista, a linha de montagem e o método de produção controlavam as pessoas, barateando o custo de produção dos carros. A padronização do sistema através da uniformidade era um modo de exercer controle sobre o carro e sobre as pessoas.
As peças padronizadas permitiam o barateamento e a manutenção dos carros. Ford não queria depender de ninguém, então ele possuía desde a fábrica de vidros, plantação de seringueiras, até a siderúrgica. Eram milhões de automóveis fabricados ao ano, os que tornavam os automóveis tão baratos que até os operários tinham condições de comprá-los.
A habilidade pertencia à máquina, o operário só tinha que ser rápido e repetir a mesma função (alienação da mão-de-obra). Ele não tinha noção da peça como um todo, do produto final. Diferente do modelo de produção anterior, onde o operário participava de todas as etapas de produção.
Ford tentou uniformizar seus operários, assim como uniformizou seus produtos. No Fordismo, o sistema era mecânico, e ¾ da dos operários eram estrangeiros sem habilidade técnica. O Fordismo foi copiado por todos os países, a produção em massa alimentava o consumo.
(Marina Seabra)
No modelo Fordista, a linha de montagem e o método de produção controlavam as pessoas, barateando o custo de produção dos carros. A padronização do sistema através da uniformidade era um modo de exercer controle sobre o carro e sobre as pessoas.
As peças padronizadas permitiam o barateamento e a manutenção dos carros. Ford não queria depender de ninguém, então ele possuía desde a fábrica de vidros, plantação de seringueiras, até a siderúrgica. Eram milhões de automóveis fabricados ao ano, os que tornavam os automóveis tão baratos que até os operários tinham condições de comprá-los.
A habilidade pertencia à máquina, o operário só tinha que ser rápido e repetir a mesma função (alienação da mão-de-obra). Ele não tinha noção da peça como um todo, do produto final. Diferente do modelo de produção anterior, onde o operário participava de todas as etapas de produção.
Ford tentou uniformizar seus operários, assim como uniformizou seus produtos. No Fordismo, o sistema era mecânico, e ¾ da dos operários eram estrangeiros sem habilidade técnica. O Fordismo foi copiado por todos os países, a produção em massa alimentava o consumo.
(Marina Seabra)
Clayre Lis - "O Ritmo do Sistema"
O documentário apresentado na GNT cita Henry Ford e Frederick Taylor. Mas principalmente mostra o modelo criado por Henry Ford, denominado Fordismo. Consiste em uma produção em massa, em série, revolucionando a época.
Conta a vida de Ford, onde passou a infância e sua capacidade “autoritária” com as pessoas, deveria dizer o que era ser feito. Uma das principais características do Fordismo, destacada no filme, é a linha de montagem, ou seja, o trabalhador é obrigado a trabalhar de acordo a velocidade da máquina (esteiras que se movimentavam) e não de acordo a velocidade que bem entendesse. Com a chegada de imigrantes que praticamente não sabiam realizar nenhum tipo de atividades em fábricas, esse modo de produção deu-os a oportunidade de um emprego, pois teriam uma atividade especifica. A fábrica de Ford chegou a produzir anualmente dois milhões de veículos, com essa produção em série permitiu a venda de carros mais baratos. Ford dizia que poderia fazer carros de qualquer cor desde que fossem pretos.
O modelo de Ford revolucionou não só indústria automobilística, mas também todas as formas de produção existentes na época, criando um novo tipo de operário.
(Clayre Lis - 13h)
Conta a vida de Ford, onde passou a infância e sua capacidade “autoritária” com as pessoas, deveria dizer o que era ser feito. Uma das principais características do Fordismo, destacada no filme, é a linha de montagem, ou seja, o trabalhador é obrigado a trabalhar de acordo a velocidade da máquina (esteiras que se movimentavam) e não de acordo a velocidade que bem entendesse. Com a chegada de imigrantes que praticamente não sabiam realizar nenhum tipo de atividades em fábricas, esse modo de produção deu-os a oportunidade de um emprego, pois teriam uma atividade especifica. A fábrica de Ford chegou a produzir anualmente dois milhões de veículos, com essa produção em série permitiu a venda de carros mais baratos. Ford dizia que poderia fazer carros de qualquer cor desde que fossem pretos.
O modelo de Ford revolucionou não só indústria automobilística, mas também todas as formas de produção existentes na época, criando um novo tipo de operário.
(Clayre Lis - 13h)
Carolina Böhm - "O Ritmo do Sistema"
No final do século XIX, a sociedade capitalista passou por profundas transformações sociais, econômicas e políticas. Dentre elas, o aparecimento da classe média, aliado ao crescimento da indústria do consumo, são grandes responsáveis por essa mudança radical na maneira de pensar e agir do homem.
Através desses anos, foi-se consolidando a idéia de que os homens precisavam adquirir bens materiais e exibi-los para sua sociedade. Desse modo, é durante este período, conhecido como ‘hiper-consumismo’, que Henry Ford surge com uma inovadora idéia para suprir essa necessidade de consumo de luxo das pessoas: o automóvel.
O ‘modelo T’, como era chamado, possuía uma linha de montagem e produção diferenciada, o que caracterizava a redução do custo do veículo. Ford, analisando e controlando os operários de sua fábrica, passou a exigir de seus funcionários somente atitudes mecânicas, isto é, o operário passou somente a se especializar em uma função; não mais conhecendo todo o processo de fabricação do produto. Assim, há uma padronização no sistema de produção; e consequentemente, um aumento na produção.
Com o sistema Fordista de produção, veio a concentração espacial das fábricas – todos os setores se reuniam em um só lugar - e a uniformização; tanto das pessoas quanto dos produtos (“Escolha qualquer cor, contanto que seja preto” – Henry Ford). Além disso, o processo de produção também deixa de ser artesanal, refletindo na baixa dos custos de manutenção e peças do ‘modelo T’.
Henry Ford foi, portanto, um dos grandes responsáveis pelas transformações ocorridas na sociedade do século XIX/XX. A padronização do sistema e a produção em massa refletiram, também, no surgimento e crescimento de outras áreas - por exemplo, a publicidade.
(Carolina Böhm - 15h)
Através desses anos, foi-se consolidando a idéia de que os homens precisavam adquirir bens materiais e exibi-los para sua sociedade. Desse modo, é durante este período, conhecido como ‘hiper-consumismo’, que Henry Ford surge com uma inovadora idéia para suprir essa necessidade de consumo de luxo das pessoas: o automóvel.
O ‘modelo T’, como era chamado, possuía uma linha de montagem e produção diferenciada, o que caracterizava a redução do custo do veículo. Ford, analisando e controlando os operários de sua fábrica, passou a exigir de seus funcionários somente atitudes mecânicas, isto é, o operário passou somente a se especializar em uma função; não mais conhecendo todo o processo de fabricação do produto. Assim, há uma padronização no sistema de produção; e consequentemente, um aumento na produção.
Com o sistema Fordista de produção, veio a concentração espacial das fábricas – todos os setores se reuniam em um só lugar - e a uniformização; tanto das pessoas quanto dos produtos (“Escolha qualquer cor, contanto que seja preto” – Henry Ford). Além disso, o processo de produção também deixa de ser artesanal, refletindo na baixa dos custos de manutenção e peças do ‘modelo T’.
Henry Ford foi, portanto, um dos grandes responsáveis pelas transformações ocorridas na sociedade do século XIX/XX. A padronização do sistema e a produção em massa refletiram, também, no surgimento e crescimento de outras áreas - por exemplo, a publicidade.
(Carolina Böhm - 15h)
Camila Salles - "O Ritmo do Sistema"
O paradoxo do sistema padronizado
O documentário O ritmo do sistema é em torno dos sistemas capitalistas de produção criados e desenvolvidos por Ford e Taylor e sua conseqüente criação: a linha de montagem. O foco do filme é o controle desses sistemas econômicos sob as ações humanas submetidas a um processo de produção padronizado que não exige o raciocínio do ser pensante.
Nas linhas de montagem, cada operário tinha uma função a desempenhar, sendo assim ignorava o que se passava nas outras etapas de produção. É o que Marx chamava de alienação do trabalho.
Com a padronização da produção, todo o processo se repetia e montar um automóvel era como seguir uma receita. A padronização não acontecia só com automóveis, o hambúrguer das lanchonetes fast food também é um exemplo desta repetição na produção. Trata-se de tecnologia alimentícia que ainda desempenha um papel importante nos dias de hoje. Os fast food podem ser encontrados com mais freqüência atualmente. Seus funcionários agem como se fossem programados. É paradoxal que o racional que fora valorizado quando Ford criou seu primeiro carro não exista quando seu próprio sistema é colocado em prática.
Palavra: repetição
(Camila Salles, turma das 17 horas)
O documentário O ritmo do sistema é em torno dos sistemas capitalistas de produção criados e desenvolvidos por Ford e Taylor e sua conseqüente criação: a linha de montagem. O foco do filme é o controle desses sistemas econômicos sob as ações humanas submetidas a um processo de produção padronizado que não exige o raciocínio do ser pensante.
Nas linhas de montagem, cada operário tinha uma função a desempenhar, sendo assim ignorava o que se passava nas outras etapas de produção. É o que Marx chamava de alienação do trabalho.
Com a padronização da produção, todo o processo se repetia e montar um automóvel era como seguir uma receita. A padronização não acontecia só com automóveis, o hambúrguer das lanchonetes fast food também é um exemplo desta repetição na produção. Trata-se de tecnologia alimentícia que ainda desempenha um papel importante nos dias de hoje. Os fast food podem ser encontrados com mais freqüência atualmente. Seus funcionários agem como se fossem programados. É paradoxal que o racional que fora valorizado quando Ford criou seu primeiro carro não exista quando seu próprio sistema é colocado em prática.
Palavra: repetição
(Camila Salles, turma das 17 horas)
Gustavo Nigri - "O Ritmo do Sistema"
Mesmo sendo um filme antigo, suas informações são passadas de maneira clara e simples. Conta a história de Henry Ford, um garoto que trabalhava na fazenda do pai e chegou a ser um dos maiores, se não o maior, empresário da época.
Ford implementou um processo de produção chamado Fordismo na qual se baseava na linha de produção em série. Sua fábrica foi a primeira no mundo a produzir automóveis. Seu produto foi um sucesso de vendas chegando a bater recordes atrás de recorde. Eles eram utilizados pra fazer qualquer atividade, seja ajudar na plantação ou ir fazer um piquenique no parque (exemplos citados no filme).
Ambicioso exigente, Ford era o responsável por todo o processo de logística de entrega dos carros, seja via trem ou navios. Por os trabalhadores serem exigidos ao máximo, chegou um momento que os trabalhadores pediram demissão em massa, que teve como conseqüência, um aumento de salário de mais de 100%.
O processo de Fordismo tinha como característica o consumo depender da produção. Hoje com o pós-fordismo ou Toyotismo, a produção depende do consumo, com o produto podendo ser fabricado a gosto do cliente.
(Gustavo Nigri - 13h)
Ford implementou um processo de produção chamado Fordismo na qual se baseava na linha de produção em série. Sua fábrica foi a primeira no mundo a produzir automóveis. Seu produto foi um sucesso de vendas chegando a bater recordes atrás de recorde. Eles eram utilizados pra fazer qualquer atividade, seja ajudar na plantação ou ir fazer um piquenique no parque (exemplos citados no filme).
Ambicioso exigente, Ford era o responsável por todo o processo de logística de entrega dos carros, seja via trem ou navios. Por os trabalhadores serem exigidos ao máximo, chegou um momento que os trabalhadores pediram demissão em massa, que teve como conseqüência, um aumento de salário de mais de 100%.
O processo de Fordismo tinha como característica o consumo depender da produção. Hoje com o pós-fordismo ou Toyotismo, a produção depende do consumo, com o produto podendo ser fabricado a gosto do cliente.
(Gustavo Nigri - 13h)
Adriana Aguiar - "O Ritmo do Sistema"
O documentário “No ritmo do sistema” mostra Henry Ford, como um filho de fazendeiro que tinha fascínio por tudo que se movia e por “controlar” tudo o que pudesse afetar os seus negócios. Ford foi precursor de um mundo moderno e de uma tecnologia que ainda faz parte do nosso dia-a-dia. Criou um sistema tecnológico de raciocínio que, tanto direcionava os funcionários quais decisões a serem tomadas, quanto diminuiu os custos de produção.
O fordismo é justamente este modelo de produção em massa criado por Henry Ford. Os trabalhadores não precisavam ter qualificação, ficavam praticamente parados enquanto as máquinas rolavam por esteiras. A prioridade era a produção em massa que, por sua vez, alimenta o consumo em massa.
(Adriana Aguiar de Oliveira - 13h)
O fordismo é justamente este modelo de produção em massa criado por Henry Ford. Os trabalhadores não precisavam ter qualificação, ficavam praticamente parados enquanto as máquinas rolavam por esteiras. A prioridade era a produção em massa que, por sua vez, alimenta o consumo em massa.
(Adriana Aguiar de Oliveira - 13h)
Laerte Souza - "O Ritmo do Sistema"
Se pesquisarmos qualquer coisa ligada ao Fordismo, nós(quase) sempre acharemos as mesmas frases:Sistema de produção em massa,criado por Henry Ford,que tinha como método padronizar a produção que utilizava o sistema de simplificação de Frederick Taylor. O que o fordimos queria era apenas diminuir os custos e maximizar à produção,e mostra que qualquer operaio poderia ser capaz de construir um carro,era só seguir a sua “receita”.
Porém o fato que mais chama atenção no fordismo é que ele é um sistema usado ainda hoje:O operário precisa ser agil e não habil(Fast-Food),O não questionamento de ordens(militarismo), manter os ganhos e reparar as perdas(maxima de todas empresas)
O fordismo foi mais do que apenas idealização de um homem,foi a abertura para um novo mundo,novos conceitos:consumismo,lei da oferta e procura.Ele fez com que toda uma sociedade girasse em torno de um sistema,ele não apenas pradonizou sua fabrica e seus empregados,ele padronizou o consumo,tecnolôgia a sociedade num todo.Foi a criação do” jeito de vida americano”,que mais tarde seria copiado por todo o mundo.
O fordismo foi a resposta, ao anseio do povo americano para o começo da nova era do consumo,ele legitimou isso,e uniformizou como um modelo para toda a sociedade.
(Laerte Eduardo Braga de Paiva e Souza - Turma:17h)
Porém o fato que mais chama atenção no fordismo é que ele é um sistema usado ainda hoje:O operário precisa ser agil e não habil(Fast-Food),O não questionamento de ordens(militarismo), manter os ganhos e reparar as perdas(maxima de todas empresas)
O fordismo foi mais do que apenas idealização de um homem,foi a abertura para um novo mundo,novos conceitos:consumismo,lei da oferta e procura.Ele fez com que toda uma sociedade girasse em torno de um sistema,ele não apenas pradonizou sua fabrica e seus empregados,ele padronizou o consumo,tecnolôgia a sociedade num todo.Foi a criação do” jeito de vida americano”,que mais tarde seria copiado por todo o mundo.
O fordismo foi a resposta, ao anseio do povo americano para o começo da nova era do consumo,ele legitimou isso,e uniformizou como um modelo para toda a sociedade.
(Laerte Eduardo Braga de Paiva e Souza - Turma:17h)
Arianny Silva - "O Ritmo do Sistema"
O filme, fala principalmente do sistema fordista que foi introduzido por Henry Ford no início do século 20. Apresentando as origens do fordismo e também contando um pouco da trajetória do seu criador. O modelo fordista elevava ao máximo a eficiência do trabalhador, barateando cada vez mais os custos de produção, de US$ 800,00 o carro passou a custar US$ 300,00, permitindo o acesso de todos aos automóveis. Um operário conseguia comprar o próprio carro que fabricava. Era perceptível a mudança que o fordismo causou. Todos passaram a ter acesso ao produto mais novo da indústria. A fabricação do automóvel antes era mais artesanal, não havia a possibilidade de trocar a peça. Ford foi o primeiro a padronizar a sua produção, se uma peça quebrava ela podia ser reposta. Mas esse mesmo sistema alienava o trabalhador, ele cumpria apenas uma mesma função na fábrica não sabendo o que ele estava fazendo ou montando. Para viabilizar esse sistema Henry construiu um complexo gigante que abrigava várias fábricas, desde metalúrgicas até fabricas de vidros e até mesmo uma ferrovia. O filme demonstra que Ford acreditava na corrente de pensamento racionalista e era extremamente controlador, um exemplo disso e que Ford permitia que qualquer cor de carro fosse produzida contanto que fosse preta. É enfocado também o sistema taylorista no filme, mostrando como eram os feitos estudos em trabalhadores, procurando desenvolver a melhor forma de se cumprir uma tarefa simples, otimizando assim a produção.
(Arianny Silva)
(Arianny Silva)
Thiago Piratininga - "O Ritmo do Sistema"
No filme, podemos claramente ver o início do fordismo e do taylorismo. Os entrevistados, historiadores e professores, demonstram que Henry Ford possuía um caráter racionalista e controlador, fator determinante para criação da sua doutrina de negócios. Ford era considerado por muitos um visionário, enxergou o potencial da nova classe media que surgia nos EUA e ao mesmo tempo revolucionou o modo de se locomover dos cidadãos, dando lhes liberdade. Ford possibilitou a todos, ate mesmo a um de seus empregados a compra do tão sonhado carro . O Filme mostra muito bem cada passo do fordismo, desde os empregados, passando pelo enorme complexo montado para englobar todas as matérias-primas necessárias na montagem dos automóveis, o River Rouge , e as frotas de barcos e ferrovias, todas juntas visando uma independência de fornecedores ou transportadoras. No filme é mostrado também a relação dos imigrantes com Ford. Esses foram aproveitados na linha de montagem, já que não precisavam de quase nenhuma capacitação, e trabalhavam por baixos salários. Na segunda metade do filme, os princípios do taylorismo são demonstrados de um modo curioso. A mesma pessoa, faz de diferentes formas, um trabalho simples sendo cronometrada e fotografada, para posteriormente ser estudada,definindo-se assim forma mais eficiente de se executar a tarefa. Depois de taylorismo e fordismo serem devidamente apresentados ao espectador, o filme desmonstra que essa ideologias por serem tão metódicas e controladoras não sobreviveram, dando lugar a uma forma mais flexível, aplicada nos dias de hoje. Para confirmar essa idéia Fastfoods e telemarketing são tidos como exemplos. O filme enfoca,principalmente o fordismo, mostrando Henry Ford como um homen que dominou a natureza apartir do racionalismo, ordenando o caos e usando todo o potencial humano.
(Thiago Piratininga - 15h)
(Thiago Piratininga - 15h)
Isabella Marano - "O Ritmo do Sistema"
Um método revolucionário
O documentário tem como objetivo apresentar aos alunos, por mais que todos já tenham estudado ou ouvido falar, o Fordismo, um método de produção revolucionário do início do século XX, que se tornou modelo para todo o mundo. Seu criador, Henry Ford, dono de um grande complexo industrial tinha como meta fazer com que os automóveis fossem acessíveis, pelo baixo custo, a um grande número de pessoas. Alcançando seu objetivo, criou o famoso Ford modelo T, que foi um sucesso com enorme número de vendas. Este possuía várias inovações e era conhecido pela resistência, possibilitando as pessoas de circularem pelos mais diversos locais.
Ford criou assim, um sistema racional de produção em massa, objetivando uma elevada produção em pouco tempo. Para tal, os operários executavam a mesma ação incessantemente. Era investigada toda a vida do trabalhador para que ingressasse na indústria, seu dia-a-dia, sua rotina e até sua vida sexual, tudo isso porque Ford queria homogeneizar mais do que a produção, mas até o operário. Na produção, era controlado o tempo de trabalho do operário, fazendo com que este se adaptasse ao tempo da máquina e executasse um bom ritmo de trabalho.
Henry Ford se baseou nos princípios do Taylorismo, como padronização e simplificação, mas inventou inovadoras técnicas. Portanto, é pela genialidade e sucesso da método de Ford, que ele se tornou um ícone marcante para toda a História.
(Isabella Perruso Marano - Turma: 13 horas)
O documentário tem como objetivo apresentar aos alunos, por mais que todos já tenham estudado ou ouvido falar, o Fordismo, um método de produção revolucionário do início do século XX, que se tornou modelo para todo o mundo. Seu criador, Henry Ford, dono de um grande complexo industrial tinha como meta fazer com que os automóveis fossem acessíveis, pelo baixo custo, a um grande número de pessoas. Alcançando seu objetivo, criou o famoso Ford modelo T, que foi um sucesso com enorme número de vendas. Este possuía várias inovações e era conhecido pela resistência, possibilitando as pessoas de circularem pelos mais diversos locais.
Ford criou assim, um sistema racional de produção em massa, objetivando uma elevada produção em pouco tempo. Para tal, os operários executavam a mesma ação incessantemente. Era investigada toda a vida do trabalhador para que ingressasse na indústria, seu dia-a-dia, sua rotina e até sua vida sexual, tudo isso porque Ford queria homogeneizar mais do que a produção, mas até o operário. Na produção, era controlado o tempo de trabalho do operário, fazendo com que este se adaptasse ao tempo da máquina e executasse um bom ritmo de trabalho.
Henry Ford se baseou nos princípios do Taylorismo, como padronização e simplificação, mas inventou inovadoras técnicas. Portanto, é pela genialidade e sucesso da método de Ford, que ele se tornou um ícone marcante para toda a História.
(Isabella Perruso Marano - Turma: 13 horas)
Resenha 1 - "O Ritmo do Sistema"
O filme mostra as origens do fordismo e do taylorismo, possibilitando a compreensão de problemas atuais da sociedade capitalista devido às suas conseqüências. A criação do modelo T representou um grande avanço tecnológico. Um sistema que permitiu o êxito da racionalidade sobre a natureza.
No entanto, a divisão do trabalho através do fracionamento de etapas do processo produtivo deu origem a um trabalho repetitivo e alienante.
A linha de montagem determinou o que os operários deveriam fazer. A perícia dos operários tornou-se desnecessária e foi substituída pela repetição. A habilidade passou a ser da máquina. A organização passou a controlar todos os detalhes da execução da tarefa, determinando o que e como fazer no menor tempo possível. Nesse sistema, a intuição perdeu espaço para a previsão.
Esse processo de automação alimentou o consumo de massa e melhorou a qualidade de vida do americano. Entretanto, o controle levado ao extremo trouxe conseqüências negativas à sociedade.
O filme conclui que a extrema racionalização do trabalho elimina a criatividade e capacidade humana de analisar e interferir no processo. Assim, é possível perceber como esta conseqüência impede os trabalhadores de entenderem o mundo em que vivem e seus avanços tecnológicos. Fica claro que o mau uso da tecnologia pode ser tão prejudicial quanto a ausência dela.
No entanto, a divisão do trabalho através do fracionamento de etapas do processo produtivo deu origem a um trabalho repetitivo e alienante.
A linha de montagem determinou o que os operários deveriam fazer. A perícia dos operários tornou-se desnecessária e foi substituída pela repetição. A habilidade passou a ser da máquina. A organização passou a controlar todos os detalhes da execução da tarefa, determinando o que e como fazer no menor tempo possível. Nesse sistema, a intuição perdeu espaço para a previsão.
Esse processo de automação alimentou o consumo de massa e melhorou a qualidade de vida do americano. Entretanto, o controle levado ao extremo trouxe conseqüências negativas à sociedade.
O filme conclui que a extrema racionalização do trabalho elimina a criatividade e capacidade humana de analisar e interferir no processo. Assim, é possível perceber como esta conseqüência impede os trabalhadores de entenderem o mundo em que vivem e seus avanços tecnológicos. Fica claro que o mau uso da tecnologia pode ser tão prejudicial quanto a ausência dela.
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