Sobre o filme “O ritmo do sistema”, foi possível perceber que a uniformidade era um modo que Ford tinha de obter um controle sobre a montagem de carros. Ele precisava ter o controle sobre tudo a sua volta, inclusive sobre as pessoas que para ele trabalhavam.
O design dos carros eram padronizados e a montagem dos automóveis eram realizadas seguindo uma receita do modelo T. A genialidade do modelo T, estava nas peças padronizadas que eram utilizadas na linha de montagem, onde tudo era metodicamente perfeito para Ford, que fazia com que seus funcionários trabalhassem no ritmo que ele desejava.
Mesmo com a necessidade de treinamento para operar as máquinas, a alienação da mão-de-obra era ativa, pois não era preciso que os funcionários pensassem para produzir o produto e até mesmo muitos deles nem sabiam de fato o valor do seu trabalho ( sua atividade), porque eles não participavam de toda a produção e sim de uma parte específica ( ex: apertar parafusos).
Ainda hoje o modelo criado por Ford é encontrado em algumas áreas de trabalho, assim como o telemarketing. No telemarketing tudo é padronizado e os funcionários se posicionam enfileirados em suas cabines, onde são monitorados por um superior.
(Camilla Santos da Silva - 13h)
terça-feira, 19 de agosto de 2008
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