O documentário “O Ritmo do Sistema” procura mostrar como o Fordismo transformou a indústria. Henry Ford foi o grande pioneiro deste movimento implantando a racionalidade, usando ingredientes como a tecnologia, a especialização de tarefas, a padronização de peças e uma linha de montagem bem organizada.
Apesar de ser comparado ao militarismo, o Fordismo possibilitou que pessoas de todas as classes pudessem ter acesso à grande sensação da época, o automóvel. Isso graças a Henry Ford que descobriu como produzir em grande quantidade e a baixo custo. A receita é usada até hoje em muitas indústrias e empresas.
Primeiramente, dando prosseguimento ao Taylorismo, Henry adota um sistema de produção bem organizado com tarefas especializadas. Com isso, é eliminada a incerteza do ser humano na hora de executar tarefas das quais ele precisaria raciocinar, ganhando assim tempo e mais produtividade. A mão-de-obra instruída apenas para uma função foi uma inovação e desde então, o funcionário dotado da perícia passou a ser descartado, pois não se encaixava no sistema. Outro método usado, foi a padronização das peças, que desde então passaram a ser intercambiáveis até os dias de hoje, o que tornou o preço final do produto muito mais acessível.
Essa padronização não deixa de ser uma tecnologia, artigo que é facilmente perceptível até em fast-foods dos dias de hoje. O filme termina então faz um paralelismo com a tecnologia alimentícia do mundo contemporâneo, relacionando os elementos padronizados de um hambúrguer com os de um automóvel Ford. Mostra como uma lanchonete pode ser vista como uma indústria dotada de seus funcionários “alienados” e suas maquinas especializadas (“maquinas agrícolas”).
Palavra que resume o documentário: padronização
(Guy Mannshardt Bricio – 17h)
sábado, 16 de agosto de 2008
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Um comentário:
corrigindo no ultimo paragrafo:
"O filme termina então fazENDO um paralelismo com..."
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