O filme, fala principalmente do sistema fordista que foi introduzido por Henry Ford no início do século 20. Apresentando as origens do fordismo e também contando um pouco da trajetória do seu criador. O modelo fordista elevava ao máximo a eficiência do trabalhador, barateando cada vez mais os custos de produção, de US$ 800,00 o carro passou a custar US$ 300,00, permitindo o acesso de todos aos automóveis. Um operário conseguia comprar o próprio carro que fabricava. Era perceptível a mudança que o fordismo causou. Todos passaram a ter acesso ao produto mais novo da indústria. A fabricação do automóvel antes era mais artesanal, não havia a possibilidade de trocar a peça. Ford foi o primeiro a padronizar a sua produção, se uma peça quebrava ela podia ser reposta. Mas esse mesmo sistema alienava o trabalhador, ele cumpria apenas uma mesma função na fábrica não sabendo o que ele estava fazendo ou montando. Para viabilizar esse sistema Henry construiu um complexo gigante que abrigava várias fábricas, desde metalúrgicas até fabricas de vidros e até mesmo uma ferrovia. O filme demonstra que Ford acreditava na corrente de pensamento racionalista e era extremamente controlador, um exemplo disso e que Ford permitia que qualquer cor de carro fosse produzida contanto que fosse preta. É enfocado também o sistema taylorista no filme, mostrando como eram os feitos estudos em trabalhadores, procurando desenvolver a melhor forma de se cumprir uma tarefa simples, otimizando assim a produção.
(Arianny Silva)
sábado, 16 de agosto de 2008
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