Com a chegada do Fordismo, produção de massa, criado por Henry Ford no início do século XX, nasce uma sociedade de consumo supostamente organizada. Feito para atender as necessidades de cada pessoa. E com esse novo sistema, a vida de toda a população passa a ser transformada.
Exemplo disso é quando muitos saem do campo e vão para as cidades em busca de trabalho. A migração nesse período é enorme. As pessoas passam a deixar suas casas, famílias e costumes, e vão em busca de sobrevivência, já que o trabalho artesanal não podia mais acompanhar a velocidade do sistema. E o que as esperavam, era um trabalho maquinal, robóticos, rápido, em que não era mais preciso o raciocínio lógico para construir algo. A partir daí, os próprios funcionários pareciam máquinas, não precisavam mais pensar, apenas produzir.
Segundo o filme “O Ritmo do Sistema”, Ford sempre dizia que era necessário eliminar as incertezas. Ou seja, tinha que controlar tudo e todos. Porque poderiam haver supostos questionamentos ou disputas sobre sua forma de pensar. O filme compara isso ao militarismo, ao exército, pois Ford conseguia fazer com que as pessoas apenas obedecessem.
Hoje, nada mudou as pessoas estão cada vez mais acostumadas a não pensarem. Elas preferem que alguém, as máquinas, “pensem” por elas e nada mais. E isso acontece de forma inconsciente. Algo que muitos meios de comunicação apenas reforçam o que o sistema capitalista pensa e põe em prática todos os dias.
Palavra chave que eu escolhi do filme: “eliminar”
(Gizele de Oliveira Martins - 15h)
sábado, 16 de agosto de 2008
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