Nascia nos Estados Unidos uma nova classe social, conhecida como sociedade de consumo. A partir de então, mudanças ocorreram no sistema da sociedade capitalista, como o surgimento de um mercado de entretenimento de massa e etc. Dessa forma, o consumo das pessoas é desenvolvido em busca de um status social.
Na América, no início do século XX, um modelo de produção em massa é implementado por Henri Ford, o fordismo. O padrão e a simplificação foram características importantes para a concretização desse sistema. Assim, com a ajuda da demanda da sociedade, por bens materiais e poder, Ford conseguiu prover tudo isso criando uma linha de montagem, e atravez dessa padronização em massa originou um consumo em massa.
Com a chegada de imigrantes, nesse período, o trabalho era oferecido com a promessa de que iam ganhar muito dinheiro. Sua intenção era tornar o automóvel acessível para todas as camadas sociais. Ele ficou conhecido como o transformador e o criador do primeiro modelo de carro, “Modelo T”. Era uma receita que utilizava peças padronizadas na linha de montagem de um veículo.
Da mesma forma que o fordismo marcou os anos 1950-1970, pode ser visto hoje em dia, um certo caráter controlador que representava o modelo. As empresas estão estimulando seus funcionários a desenvolverem tanto o corpo quanto a mente, para assim obter mais energia e eficiência do empregado. Tudo isso, com a promessa de um trabalho mais remunerado ou simplismente algo que qualifique o seu currículo. Porém, quem sai sempre ganhando é o empresário.
(Caroline A. de Sampaio)
terça-feira, 19 de agosto de 2008
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