O filme mostra as origens do fordismo e do taylorismo, possibilitando a compreensão de problemas atuais da sociedade capitalista devido às suas conseqüências. A criação do modelo T representou um grande avanço tecnológico. Um sistema que permitiu o êxito da racionalidade sobre a natureza.
No entanto, a divisão do trabalho através do fracionamento de etapas do processo produtivo deu origem a um trabalho repetitivo e alienante.
A linha de montagem determinou o que os operários deveriam fazer. A perícia dos operários tornou-se desnecessária e foi substituída pela repetição. A habilidade passou a ser da máquina. A organização passou a controlar todos os detalhes da execução da tarefa, determinando o que e como fazer no menor tempo possível. Nesse sistema, a intuição perdeu espaço para a previsão.
Esse processo de automação alimentou o consumo de massa e melhorou a qualidade de vida do americano. Entretanto, o controle levado ao extremo trouxe conseqüências negativas à sociedade.
O filme conclui que a extrema racionalização do trabalho elimina a criatividade e capacidade humana de analisar e interferir no processo. Assim, é possível perceber como esta conseqüência impede os trabalhadores de entenderem o mundo em que vivem e seus avanços tecnológicos. Fica claro que o mau uso da tecnologia pode ser tão prejudicial quanto a ausência dela.
sábado, 16 de agosto de 2008
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário