Na década de XX os EUA passavam por uma crise econômica, e as pessoas ansiavam pelo progresso material e tecnológico. Henry Ford foi o precursor da modernidade tecnológica ao criar o carro Modelo T e, ao inovar com o Fordismo, que era um modelo de produção em massa.
No modelo Fordista, a linha de montagem e o método de produção controlavam as pessoas, barateando o custo de produção dos carros. A padronização do sistema através da uniformidade era um modo de exercer controle sobre o carro e sobre as pessoas.
As peças padronizadas permitiam o barateamento e a manutenção dos carros. Ford não queria depender de ninguém, então ele possuía desde a fábrica de vidros, plantação de seringueiras, até a siderúrgica. Eram milhões de automóveis fabricados ao ano, os que tornavam os automóveis tão baratos que até os operários tinham condições de comprá-los.
A habilidade pertencia à máquina, o operário só tinha que ser rápido e repetir a mesma função (alienação da mão-de-obra). Ele não tinha noção da peça como um todo, do produto final. Diferente do modelo de produção anterior, onde o operário participava de todas as etapas de produção.
Ford tentou uniformizar seus operários, assim como uniformizou seus produtos. No Fordismo, o sistema era mecânico, e ¾ da dos operários eram estrangeiros sem habilidade técnica. O Fordismo foi copiado por todos os países, a produção em massa alimentava o consumo.
(Marina Seabra)
sábado, 16 de agosto de 2008
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário